OE2014: Maioria das subvenções vitalícias dos políticos será suspensa

A proposta de Orçamento do Estado para 2014 prevê a suspensão das subvenções vitalícias de antigos titulares de cargos políticos sempre que recebam outro rendimento superior a dois mil euros. Nesta situação, avança hoje o Diário Económico citando dados da Secretaria de Estado da Administração Pública, está a grande maioria das subvenções e as que não estiverem também serão alvo de um corte.

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A Caixa Geral de Aposentações (CGA) despende actualmente 10,5 milhões de euros para pagar 279 subvenções vitalícias de antigos titulares de cargos políticos. Contudo, conforme prevê a proposta de Orçamento do Estado, no próximo ano pelo menos 70% serão suspensas porque os beneficiários recebem um rendimento superior, em média, a dois mil euros ou são detentores de património mobiliário acima dos 100.600 euros.

A informação é hoje avançada pelo Diário Económico que teve acesso a dados da Secretaria de Estado da Administração Pública e que mostram que dos actuais 279 beneficiários, apenas 42 recebem exclusivamente a subvenção vitalícia. Neste sentido, 237 acumulam a subvenção com “outra pensão pública”.

O Orçamento do Estado para 2014, apresentado na passada semana, prevê então que no próximo ano a mesma seja suspensa para, pelo menos, 194 beneficiários (cerca de 70%) porque o valor da “outra pensão pública” que auferem é superior a dois mil euros.

Mas, os restantes não ficarão a salvo, salienta o Diário Económico, porque mesmo que os valores da acumulação de subvenção/pensão se situem abaixo do limite mínimo estabelecido pelo Governo serão alvo de um corte.

Porém, como há sempre excepções, fora destas suspensões ou cortes ficarão os antigos Presidentes da República, onde se incluem Ramalho Eanes, Mário Soares, ou Jorge Sampaio.

In Notícias ao Minuto online
09:16 – 24 de Outubro de 2013 | Por Notícias Ao Minuto

[N. do W.] – E porque razão os excelências dos ex-presidentes da república são excluídos desta lei? A barriga deles é diferente da barriga da maioria dos Portugueses que andam a passar fome? Acabou a missão, acabaram as mamadelas! E se esses excelências tivessem um pingo de dignidade, rejeitariam essas mordomias porque com o que recebem mensalmente, aguentam e aguentam divinamente a merda de crise em que nos encontramos!

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Soares, Sampaio e Eanes não perdem subvenção vitalícia

Orçamento

Governo corta subvenções vitalícias mas abre excepção para os três ex-Presidentes.

Os ex-presidentes da República Mário Soares, Jorge Sampaio e Ramalho Eanes vão ficar excluídos dos cortes nas pensões vitalícias. O Orçamento do Estado para o próximo ano prevê que as subvenções vitalícias pagas a ex-políticos com rendimentos mensais acima dos dois mil euros sejam suspensas a partir de Janeiro mas abre uma excepção para os antigos chefes de Estado.

No artigo 75º da proposta de lei do OE para 2014, o Governo impõe ainda a suspensão da subvenção vitalícia a todos os ex-políticos que tenham património mobiliário acima dos 100 mil euros. Para os restantes, a pensão será cortada, pagando-se apenas a diferença entre os 2.000 euros como valor de referência e o rendimento médio mensal. Em qualquer das situações, para o apuramento do rendimento nunca é tido em conta o valor da pensão vitalícia. Ocorte aplica-se às subvenções, “independentemente do cargo político considerado na sua atribuição, com a única excepção das previstas” na lei referente a Estatuto Remuneratório do Presidente da República, diz a proposta de lei do Orçamento.

Ou seja, os ex-presidentes Ramalho Eanes, Jorge Sampaio, que na passada semana lançou algumas críticas ao Governo, e Mário Soares, que tem feito sistemáticos ataques ao Executivo – chamou na passada semana “delinquentes” a alguns ministros – escapam à suspensão. Fonte da maioria explicou ao Diário Económico que a lógica de criar uma excepção no Orçamento do Estado para os três ex-Presidentes da República está relacionada com a manutenção “da dignidade de Estado”. O Governo, adianta a mesma fonte da coligação, quis marcar a diferença entre este três ex-políticos e os restantes que ainda recebem pensão vitalícia (ex-deputados e ex-governantes após 2005) “por uma questão de dignidade”, apesar das críticas de que tem sido alvo da parte de alguns.

Por ano, a Presidência da República paga a estes três ex-chefes de Estado pensões vitalícias na ordem dos 220 mil euros.

A pensão paga a cerca de 400 políticos tem sido uma questão polémica numa fase em que são pedidos esforços aos portugueses. As Finanças levaram para Conselho de Ministros a proposta de corte de 15% mas o CDS de imediato se insurgiu, pedindo a extinção da pensão vitalícia. A solução acabou por ficar a meio caminho, mas com o CDS a tirar vitória desta reivindicação.

Ontem, quando foi conhecida a excepção dada a Soares, Sampaio e Eanes uma fonte da maioria dizia ao Diário Económico que a situação podia ser analisada em sede de especialidade.

1-economico

In Económico online
Marta Moitinho de Oliveira e Inês David Bastos
16/10/13 01:06

[N. do W.] – E porque carga de água estes cavalheiros, que já cumpriram a sua missão cívica (bem ou mal, a História os julgará por todo o bem ou toda a merda que fizeram nos seus consulados), não perdem as suas “subvenções vitalícias”? Porque razão, os contribuintes têm de pagar milhares de euros a estes 3 cavalheiros, proveniente destas pensões e das mordomias adjacentes, quando estão a ser roubados nas suas pensões, nas suas reformas, nos seus salários, em tudo aquilo para que descontaram – e continuam a descontar os que estão no activo -, encontrando-se o País em bancarrota???
Qual a dignidade destes 3 cavalheiros em continuarem a aceitar estas mordomias que deviam ter terminado quando acabaram a sua comissão de serviço? ZERO…!!! Não é tão bom ter uma mesa farta, poder ter férias em grande, não ter problemas com as despesas da casa, fazer viagens por esse mundo fora, conhecer novos Povos e novos costumes, não ter de se preocupar com os cêntimos que ainda sobram na algibeira, à pala do nosso dinheiro, daqueles que estão a ser ROUBADOS para os sustentar?

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PSD e CDS divididos na subvenção dos políticos

Orçamento: pensões vitalícias da classe política terão cortes

Paulo Portas e Passos Coelho tentam evitar tensões

Paulo Portas e Passos Coelho tentam evitar tensões

Ministra da Justiça defende suspensão ou corte de 70%. Portas acolheu ideia, mas PSD e CDS não se entendem.

O corte nas subvenções vitalícias dos políticos está a dividir a coligação, e até o principal partido do Governo, o PSD. O tema não está fechado, e ontem, no Conselho de Ministros que debateu o Orçamento para o próximo ano, a ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz (PSD), chegou a avançar com a sua suspensão ou, em alternativa, um corte de 70 por cento, isto depois da proposta inicial de se cortar apenas 15 por cento em 2014. No CDS reclama-se a suspensão total, sendo certo que Paulo Portas, vice-primeiro ministro, renunciou em 1996 a tal privilégio.

Apesar de o CDS ter começado o dia, pela voz de João Almeida, a defender a suspensão destas pensões – que custam ao Estado, em média, mais de dez milhões de euros por ano –, foi a ministra da Justiça quem avançou primeiro: suspensão total, com exceções para quem não tenha outra fonte de rendimentos e tenha dedicado toda a sua vida à política. Se não for possível esta versão, avance-se com um corte de 70 por cento. Segundo apurou o CM, no Conselho de Ministro, que durou dez horas, a ideia teve acolhimento. O CM tentou contactar o Ministério e a ministra, mas sem êxito.

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Portas terá sido um dos defensores da proposta, até porque João Almeida, seu porta-voz, pediu a suspensão do pagamento destas pensões em 2014 em nome da ética. Ainda que tenha falado a título pessoal, Almeida não ficou sozinho. Teresa Leal Coelho, vice-presidente do PSD, também sustentou a proposta a título pessoal. E fê-lo porque no PSD os deputados dividem-se e há quem queira apenas um corte de 15 por cento. Esta medida será discutida pelo Executivo durante o fim de semana, na preparação do Orçamento de 2014, e alguns parlamentares da coligação ouvidos pelo CM, sob anonimato, garantem que farão pressão para que estas pensões sejam suspensas ou tenham cortes superiores.

Em termos globais, há 410 políticos a receber, em média, 2300 euros/mês de subvenção, a que se juntam outras reformas. Entre os que recebem este apoio estão Bagão Félix, Armando Vara e Dias Loureiro.

In C.M. online
11/10/2013 | 01h00
Por: Cristina Rita, com L.M.

[N. do W.] – Essa corja de chulos deviam era TODOS, SEM EXCEPÇÃO, auferir o salário mínimo nacional, sem quaisquer mordomias suplementares, para saberem o que custa a puta da vida!

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STE contraria dados do Governo e lembra que a CGA paga pensões a políticos

Não é verdade que as contribuições paguem apenas 40% da despesa com pensões de ex-funcionários, diz Helena Rodrigues.

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Helena Rodrigues

O Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE) considerou esta terça-feira que “não é verdade” que as contribuições para a CGA paguem apenas % da despesa com pensões.

Helena Rodrigues lembrou aos jornalistas que o dinheiro que paga pensões e subvenções não contributivas a políticos ou a pessoas integradas em regimes específicos também sai da CGA.

A vice-presidente do STE contrariava, desta forma, um dos argumentos usados pelo Governo para justificar os cortes nas pensões já em pagamento.

“Não é verdade que as contribuições que entram apenas paguem 40% porque as pensões pagas pela CGA não são só as pensões dos trabalhadores da administração pública. São as pensões de autarcas, de políticos, são pensões oriundas de outros regimes que vieram integrar a Caixa Geral de Aposentações, para as quais não houve contribuições”, disse Helena Rodrigues.

“Não aceitamos qualquer hipótese de recalculo ou de corte de pensões que já estão atribuídas. Aceitamos a convergência para o futuro, entendemos que o que está na Lei de Bases da Segurança Social” é aceitável, disse.

O Governo quer poupar cerca de 700 milhões de euros e tem argumentado que é necessário repartir o esforço entre quem ainda não se aposentou e quem já o fez.

Questionada sobre se uma convergência concentrada nas futuras pensões não sobrecarregaria de forma desproporcionada quem ainda não se reformou, Helena Rodrigues disse que não é isso que está em causa.

“Não tem nada a ver com convergência. Tem a ver com cortes orçamentais”, respondeu.

Os sindicatos voltaram esta terça-feira a reunir-se com o Governo para debater os cortes nas pensões da CGA. O Executivo pretende aprovar o diploma nos próximos dias.

“O Governo não altera a proposta apresentada. A proposta em cima da mesa é uma proposta de cortes nas pensões”, disse Helena Rodrigues, desvalorizando as alterações “de pormenor” que ontem foram apresentadas.

A Frente Comum já disse que ia pedir a negociação suplementar e o STE admite fazer o mesmo.

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In Negócios online
10 Setembro 2013, 12:16
por Catarina Almeida Pereira
catarinapereira@negocios.pt

[N. do W.] – Subscrevo, na íntegra, o comentário de um leitor do online que a seguis se transcreve:

«Com governantes destes quem precisa de inimigos?
Em apoio do que refere, com toda a razão, Helena Rodrigues, que dizer, por exemplo, do escandaloso caso da pensão de reforma da presidente da Assembleia da República, que se aposentou aos 42 anos (!!!) com a módica pensão mensal de €7.200,00, dinheiro que sai, todos os meses, da CGA ?
Será que esta senhora efectuou descontos que suportem o montante que aufere de pensão ?
É óbvio que não !
Donde, será lógico concluir que (usando vernáculo) está a “chular” os descontos que muitas dezenas de milhares de outros contribuintes efectuaram, com o esforço do seu trabalho, ao longo de decénios, muitos deles durante mais de quarenta anos.
Este é um caso, um mero caso, dentre os milhares que poderiam ser aduzidos.
Outro é a pensão mensal pornográfica de Mira Amaral, no valor de €18.750,00 … !
É caso para nos perguntarmos como é que o orçamento da CGA poderá comportar este regabofe de “chulagem” sem entrar em défice ?
A resposta é mais do que óbvia : impossível !
A vergonheira e irresponsabilidade que se passa com os fundos da Segurança Social (SS) são igualmente verdadeiramente obscenos.
O último decreto assinado pelo sinistro Vítor Gaspar foi a autorizar a utilização dos fundos da SS, até ao seu montante de 90%, para comprar Dívida Pública nacional … !
Dívida Pública que todos sabemos nunca poderá ser paga.
Ou seja, hipoteca-se criminosamente fundos que são provenientes dos descontos dos trabalhadores, logo, que lhes pertencem, e que constituem o sustentáculo e a garantia do pagamento futuro das suas pensões, para, numa autêntica jogada de casino, os lançar num futuro mais do que incerto.
São estes os governantes que temos, que jogam criminosamente com a insegurança na vida de milhares de pessoas (os pensionistas da SS), que têm o direito sagrado a ter um resto dos seus dias descansado, pois para isso trabalharam e descontaram tudo aquilo que a lei lhes exigiu.»

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Poiares Maduro: Subvenções ajustadas conforme sacrifícios dos portugueses

O ministro-adjunto e do Desenvolvimento Regional, Miguel Poiares Maduro, assegurou hoje que o Governo vai ajustar as subvenções vitalícias dos políticos “de forma equivalente” às dificuldades e aos sacrifícios que são pedidos a todos os portugueses.

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De acordo com a edição de hoje do jornal Público, o Ministério das Finanças admite cortar nas subvenções dos políticos, estando previsto que o Orçamento do Estado para 2014 afecte as subvenções pagas a cerca de 400 ex-titulares de cargos políticos, estando em cima da mesa uma redução superior a 10%.

Hoje, à margem da tomada de posse de Emídio Gomes enquanto presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), Poiares Maduro foi questionado sobre as subvenções vitalícias dos políticos, tendo assegurado que “o Governo ajustará as subvenções vitalícias dos políticos de forma equivalente aos sofrimentos e às dificuldades e aos sacrifícios que são pedidos a todos os portugueses”.

O ministro começou por notar que estas subvenções são apenas aplicáveis a pessoas que exerceram cargos políticos até 2005.

“Mas sobretudo, esse regime das subvenções vitalícias dos políticos, não faz parte do regime geral da aposentação. Nunca poderia ser discutido, tratado no quadro desta legislação, nem na negociação social que a ela diz respeito”, explicou.

Quinta-feira, o Ministério das Finanças já tinha deixado aberta a possibilidade de cortar nas subvenções, tendo esclarecido que o facto de a proposta de lei que corta 10% nas pensões do Estado não abranger as subvenções, isso não significava que estas ficassem a salvo de reduções.

«É um assunto que não cabe no âmbito de aplicação do diploma em causa, o que não significa que o mesmo não venha, em sede adequada e no momento próprio, a ter desenvolvimentos», referiu o ministério num comunicado enviado às redacções.

1-noticiasaominuto

In Notícias ao Minuto online
19:03 – 09 de Agosto de 2013 | Por Lusa

[N. do W.] – 10% de € 5.000,00 são € 500,00, ficam € 4.500,00; 10% de € 600,00 são € 60,00, ficam € 540,00…
Quer isto dizer, sem recorrer a complicadas fórmulas algébricas na folha de Excel, que ao gajo dos 5.000 euros, não lhe faz moça os 500,00 euros… mas ao desgraçado dos 600,00, os 60 já doem a valer! É esta a merda da “equidade” propagandeada por estes nazistas financeiros?

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Corte de pensões vitalícias de ex-políticos adiado até OE/2014

Políticos que, até 2005, acumularam 12 ou mais anos de actividade podem pedir. Cada um ganhará mais 2300 euros

Maria Luís Albuquerque decide D.R.

Maria Luís Albuquerque decide
D.R.

As subvenções vitalícias dos antigos políticos escapam aos novos cortes nas reformas e pensões porque “não cabem, naturalmente, no Estatuto da Aposentação, regime jurídico próprio que regula a matéria das pensões dos funcionários públicos”. “Não poderiam ser tratadas ou constar na proposta enviada esta semana aos sindicatos”, disseram ontem as Finanças.

A sede própria para este tipo de medidas é o Orçamento do Estado (OE/2014), que já está em preparação e será apresentado em Outubro. Foi assim nos últimos anos.

Em reacção à notícia de ontem do jornal i, que deu conta da ausência das subvenções no pacote de benefícios a cortar, o secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino, disse, no entanto, que “não significa que o mesmo [assunto] não venha, em sede adequada e no momento próprio, a ter desenvolvimentos”.

No OE/2012, em Outubro de 2011, o Governo avançou com uma proposta que isentava as subvenções da austeridade. Viria depois a corrigir o erro, aplicando as medidas gravosas previstas (suspensão de subsídios). No OE deste ano, as benesses dos ex-políticos voltaram a não ser esquecidas.

Segundo o Diário Económico de 15 de Abril, em 2012, as subvenções pagas custaram mais de nove milhões de euros, beneficiando quase 400 ex-políticos, a uma média de 2300 euros mensais cada.

No rol estão Carlos Melancia, Almeida Santos, Manuela Ferreira Leite, Bagão Félix, António Vitorino, Joaquim Ferreira do Amaral, Armando Vara e outros. Pedro Santana Lopes, Odete Santos, João Cravinho, Luís Marques Mendes são outros nomes referidos.

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In Dinheiro Vivo online
09/08/2013 | 00:00 | Dinheiro Vivo

[N. do W.] – Cortam reformas a partir de € 600,00 e pensões de sobrevivência a partir de € 300,00 e não cortam as subvenções dos políticos? Esta canalha anda a brincar com o fogo!!! É recolher assinaturas para uma petição e obrigar a Assembleia da República a discutir esta questão em plenário. Assim veremos quais são as forças partidárias a favor e contra, embora já se saiba, de antemão, estes resultados…
Acreditem, de vez, nisto: esta canalha anda a governar-se e não a governar Portugal! Eles apenas querem saber dos tótós quando lhes pedem o voto para depois fazerem destas… Povo estúpido, acéfalo, cobardolas, que apenas olha para o seu umbigo…

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Cortes nas reformas deixam políticos de fora

Portugal

 

Deputados mais de 12 anos e ministros e secretários de Estado até 2005 ficam a receber o mesmo que até aqui

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As subvenções vitalícias pagas aos políticos não estão contempladas na proposta de lei que prevê a convergência entre os pensionistas da Caixa Geral de Aposentações e a Segurança Social. Ou seja, todos os deputados que estiveram no parlamento durante mais de 12 anos ou membros do governo que exerceram cargos até ao final de 2005 continuam a receber o mesmo que agora.

A ser aprovada como foi entregue aos sindicatos, a nova lei vai criar outras distorções. Por exemplo, o Presidente da República pode vir a ganhar menos que a presidente do parlamento. No caso de Cavaco Silva, uma parte da sua reforma, a que é paga pela Caixa Geral de Aposentações, sofrerá um corte de 10%, mantendo-se idêntica a parcela paga pelo Banco de Portugal. Já no caso de Assunção Esteves, o valor mantém-se idêntico, já que a sua reforma integra a de um dos poucos grupos profissionais que escaparam aos cortes: o dos juízes.

As Finanças explicaram ontem que as pensões dos magistrados, tal como a dos diplomatas, estão indexadas aos vencimentos pagos a profissionais que estão no activo e que têm vindo a sofrer reduções. “Por força desta circunstância, estes beneficiários tiveram o valor da respectiva pensão diminuído pela aplicação da redução remuneratória (até 10%) imposta pela lei que aprovou o Orçamento do Estado para o ano de 2011 e mantida nos anos seguintes.”

Contudo, a proposta não contém nenhuma ressalva para o futuro, o que significa que se no futuro próximo estes salários vierem a ser repostos, uma vez que só passaram no Tribunal Constitucional por serem transitórios, estes dois grupos ficam numa situação privilegiada relativamente aos restantes pensionistas da CGA, que não podem contar com a reposição da reforma a curto prazo (ver texto do lado).

Fim da escolha A partir do ano que vem, não haveria a possibilidade de um presidente do Parlamento ganhar mais que o Presidente da República. Isto porque a proposta de lei também obriga os reformados que venham a exercer funções públicas a abdicarem da pensão. O documento refere que, “no período que durar o exercício de funções públicas autorizadas, os aposentados, bem como o pessoal na reserva fora de efectividade ou equiparado, não recebem pensão ou remuneração”. Quando deixam funções, “o pagamento da pensão ou remuneração de reserva é retomado, com valor actualizado nos termos gerais”.

No universo dos actuais pensionistas, existem vários grupos: os que beneficiam de regras antigas que exigem financiamento por transferências do Orçamento do Estado para compensar as pensões mais elevadas do que as suas contribuições para a CGA permitiriam; os novos, que beneficiam de regras de transição, que, apesar de menos onerosas, continuam a exigir financiamento por transferências do OE, e os futuros, que irão beneficiar de regras menos vantajosas no cálculo da pensão, recaindo sobre os mesmos o ónus, enquanto contribuintes, de suportar encargos que permitam o equilíbrio financeiros dos sistemas de protecção social.

Menos pensão, menos IRS O governo ainda não esclarece para já qual o número de pensionistas que serão afectados por algum tipo de corte, nem se as ressalvas que foram introduzidas em matéria de idade permitem alcançar a meta de poupança que foi comunicada à troika com a convergência das pensões públicas com as privadas, e que era de 740 milhões de euros. Uma coisa é certa: se o Estado vai poupar na despesa com pensões, também vai perder receita de IRS, uma vez que os cortes incidem sobre o valor bruto das pensões, o que reduz o rendimento sujeito a imposto.

A redução, que pode ir até 10% da reforma ilíquida no final de 2013, não irá incidir na parcela de um dos subsídios que está a ser distribuída em duodécimos para atenuar o efeito desta medida no rendimento disponível dos pensionistas. Essa é uma parcela autónoma no valor da pensão.

Cortes e contribuição extra? Por esclarecer para já fica ainda outra questão: os cortes vão coexistir com a CES (contribuição extraordinária de solidariedade), que afecta as pensões acima de 1350 euros? Depende do que for aprovado no Orçamento do Estado para o próximo ano. A CES deixa de estar em vigor no final de 2013, mas pode ser novamente aprovada, como já aconteceu no passado.

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In jornal i online
Por Margarida Bon de Sousa
publicado em 8 Ago 2013 – 05:00

[N. do W.] – Mas qual o espanto desta atitude? Não são os políticos que fazem e aprovam as leis? Não são os políticos que as moldam aos seus particulares interesses e aos da escumalha nazista que lhes financia e apoia as campanhas? E iam estes políticos legislar contra eles mesmos? Mas esta gente está de ressaca, anda bêbeda ou quê? Vocês andam a votar em quadrilhas de malfeitores que vos mandam à merda depois de vos sacarem o voto e depois fazem pela vidinha deles! Esta canalha não governa Portugal… GOVERNA-SE DELE!

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Cortes: Podem vir aí novas mudanças nas pensões

Estão a ser discutidas pelo Governo e pela troika alterações às medidas da reforma do Estado. O aumento da idade da reforma para os 66 anos de idade e a convergência das pensões do regime da Caixa Geral de Aposentações com a Segurança Social não estão ainda fechadas, mas o objectivo é que estejam até 15 de Julho, antes da oitava avaliação, avança o Diário Económico.

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A troika e o Executivo estão a avaliar possíveis mudanças nas medidas que fazem parte da reforma do Estado no que diz respeito às pensões, como o aumento da idade da reforma para os 66 anos de idade e a convergência das pensões do regime da Caixa Geral de Aposentações com a Segurança Social, noticia o Diário Económico.

O facto da discussão ainda não estar fechada é uma das razões que terá levado a troika a antecipar a sua vinda a Portugal. Os credores internacionais chegaram a Lisboa na segunda-feira quando ainda faltam três semanas para o início da oitava avaliação ao programa de ajustamento e o Executivo de Passos Coelho tem até ao final da actual sessão legislativa, 15 de Julho, para enviar para o Parlamento todas as medidas relativas à reforma do Estado.

Já ontem, no seu relatório sobre a sétima avaliação, a Comissão Europeia fez saber, aliás como já o FMI tinha feito, que os cortes sugeridos pelo Governo poderiam ser “parcialmente ou totalmente substituídas por outras de valor e qualidade equivalentes”, após discussão com a ‘troika’ e “a tempo de permitir a conclusão de todas as mudanças necessárias à implementação da revisão da despesa pública até ao final da sessão legislativa”.

Resta saber, se a taxa social única sobre os pensionistas, motivo de fricção com o CDS, parceiro de coligação do PSD no Governo, continua em cima da mesa. O Executivo garante que a medida só avançará se for “estritamente necessário”. Além disso, a hipótese não exige tanta urgência, uma vez que a troika não impôs o mesmo prazo do que nas outras medidas. Espera-se, portanto, que a discussão surja apenas no momento em que se vá elaborar o Orçamento de Estado para 2014.

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In Notícias ao Minuto online
09:00 – 27 de Junho de 2013 | Por Notícias Ao Minuto

[N. do W.] – A quadrilha de ladrões e malfeitores internacionais, apoiada pelo actual desgoverno proto-fascista, prepara nova carga sobre os pensionistas, não os que auferem várias reformas milionárias – como o inquilino de Belém e muitos outros inquilinos de outras partes -, mas os que já não têm verba para o Centro de Saúde (consultas, tratamentos, exames, análises, radiografias, etc.), a farmácia (medicamentos), a alimentação, os transportes, entre outras despesas de primeira necessidade (renda da casa, água, gás, electricidade, etc.). O extermínio encontra-se em curso e o livro Mein Kampf tem servido para alguma coisa…

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AR não divulga dados sobre quem recebe o quê em termos de pensões vitalícias

A AR pediu em 2011 um parecer à CNPD para saber se indicar quem recebe pensões vitalícias poderia por em causa os dados pessoais dos deputados.

O documento, datado de 2011 e ao qual o Tugaleaks teve acesso, descreve como “dados pessoais” toda e qualquer informação sobre pensão de políticos. Desta forma, e por outras palavras, trata-se de não dar informação ao cidadão de onde ou como se gastam os dinheiros públicos.

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É sabido que a vida da maioria dos deputados é sempre escrutinada.. Se a regra para haver uma pensão vitalícia é que um político tenha pelo menos 12 anos de “casa”, é normal que esse escrutínio já tenha sido feito no final dos 12 anos, quando o deputado podia requerer a pensão vitalícia. A questão dos dados pessoais torna-se, portanto, redundante.

No entanto, a Deliberação 1141/2011 da CNPD, que não se encontra disponível no site da comissão, está agora disponível para visualização ou download:

02/06/2013 12:17:12

Deliberação 1141/2011 da CNPD

http://www.scribd.com/doc/145225252/Deliberacao-1141-2011-da-CNPD ( <- clique no link para ter acesso ao documento)

Na deliberação, é indicado que, mesmo aos jornalistas, é vedada a informação. Isto porque as informações respeitantes a pensões vitalícias e subsídios de reintegração recebidos por ex-deputados “são dados pessoais (até sensíveis, por relativos à vida privada), não públicos, constantes de documentos normativos”.

O documento cita ainda que o acesso pode ser vedado por “motivos de segurança do estado, defesa, e outros interesses públicos” e aponta de forma leve, a transposição da directiva 95/44/CE de 1995 para a Lei 67/98 como uma transposição apenas em termos muito limitativos.

Miguel Relvas pode receber 2.800 EUR

Informações colocadas no Tugaleaks em Abril de 2013 indicam que “Miguel Relvas recebia por ano 14.000EUR provenientes da sua subvenção vitalícia. Poderá vir a requerer novamente o pagamento mensal de 2800EUR, uma vez que teve que suspender o mesmo quando regressou à política…”. Actualmente, não é possível saber se Miguel Relvas solicitou esta pensão após sair do Governo.

Uma infografia do Expreso mostra algumas pessoas que ganham estas pensões para a vida. Temos como exemplo Carlos Melancia que é um dos que ganha mais mensalmente, cerca de 9000EUR por mês que os contribuintes pagam. Oficialmente, nada disto se pode saber, devido ao documento que oculta esta informação. Actualmente Carlos Melancia é empresário hoteleiro.

Um dos manifestantes que compareceu ontem na manifestação contra a Troika comentou este caso ao Tugaleaks dizendo que “se escondem o que ganham, não são transparentes” e que “a Troika está a fazer com que o que já era mau se torne ainda pior, estamos mesmo a perder aos poucos a nossa democracia”.

 

402 políticos recebem pensão vitalícia

Reformas do Estado

O número de políticos com pensão vitalícia é de 402.

A despesa prevista só este ano para essas pensões, é de 6,4 milhões de euros, mais 200 mil euros face a 2012.

ACABEM JÁ COM ESTA MERDA…!!!

 

 

Carta Aberta avisa Merkel que não é bem-vinda

Mais de uma centena de portugueses e estrangeiros subscreveram uma carta aberta a Angela Merkel, dizendo que a chanceler alemã e a sua comitiva não são bem-vindos a Portugal e que vêm “observar as ruínas”.

“Pelo caráter da visita anunciada e perante a grave situação económica e social vivida em Portugal, afirmamos que não é bem-vinda”, escrevem os subscritores, depois de fazerem questão de sublinhar que Angela Merkel é apenas a chanceler da Alemanha e não da Europa.

A chanceler, que visita Portugal no dia 12, “deve ser considerada ‘persona non grata’ em território português porque vem, claramente, interferir nas decisões do Estado Português sem ter sido democraticamente mandatada por quem aqui vive”, defende quem assina a carta.

Depois de acusarem o atual governo português de ter deixado “de obedecer às leis deste país e à Constituição da República”, os subscritores consideram que a presença de vários grandes empresários na comitiva de Merkel “é um ultraje”.

“Sob o disfarce de ‘investimento estrangeiro’, a senhora chanceler trará consigo uma série de pessoas que vêm observar as ruínas em que a sua política deixou a economia portuguesa, além da grega, da irlandesa, da italiana e da espanhola. A sua comitiva junta não só quem coagiu o Estado Português, com a conivência do governo, a privatizar o seu património e bens mais preciosos, como potenciais beneficiários desse património e de bens públicos, comprando-os hoje a preço de saldo”, lê-se na carta assinada por professores, jornalistas, escritores, artistas, médicos.

Para os subscritores, Merkel é a “promotora máxima da doutrina neoliberal que está a arruinar a Europa” e não pode decidir o que fazer em Portugal: “Neste país onde vivemos, o seu nome nunca esteve em nenhuma urna. Não a elegemos. Como tal, não lhe reconhecemos o direito de nos representar e menos ainda de tomar decisões políticas em nosso nome”.

Na carta é ainda feita uma referência à greve geral marcada para 14 de novembro, que será contra a austeridade e “contra governos que traíram e traem a confiança”.

Mas, garantem, será também uma manifestação contra Angela Merkel, “contra a austeridade imposta pela ‘troika’ e por todos aqueles que a pretendem transformar em regime autoritário”.

Os subscritores admitem não ter resposta à carta, apesar de estar escrita também em espanhol, alemão, francês, grego, italiano e inglês. No entanto, deixam o alerta: “A sua comitiva poderá tentar ignorar-nos. A Comissão Europeia, o Fundo Monetário Internacional e o Banco Central Europeu podem tentar ignorar-nos. Mas somos cada vez mais, senhora Merkel. Aqui e em todos os países. As nossas manifestações e protestos terão cada vez mais força”.

Lembrando que o governo português, “subserviente, fraco e débil”, deverá receber Merkel “entre flores e aplausos”, os subscritores garantem que haverá manifestações “em todo o país”, mesmo que a chanceler escolha “um percurso secreto e um aeroporto privado, para não enfrentar manifestações e protestos contra a sua visita”.

“Acordámos, senhora Merkel. Seja mal-vinda a Portugal”, é a última frase da carta aberta subscrita por personalidades como a escritora Alice Vieira, o realizador António Pedro Vasconcelos, o jornalista Daniel Oliveira, o historiador Fernando Rosas, o antropólogo José Gabriel Pereira Bastos, a médica Isabel do Carlo, o sociólogo António Pedro Dores e o cantor Carlos Mendes, entre muitos outros.

In Jornal de Notícias online
07/11/2012

6 de Novembro de 2012

CARTA ABERTA A ANGELA MERKEL

Cara chanceler Merkel,

Antes de mais, gostaríamos de referir que nos dirigimos a si apenas como chanceler da Alemanha. Não votámos em si e não reconhecemos que haja uma chanceler da Europa. Nesse sentido, nós, subscritores e subscritoras desta carta aberta, vimos por este meio escrever-lhe na qualidade de cidadãos e cidadãs. Cidadãos e cidadãs de um país que pretende visitar no próximo dia 12 de Novembro, assim como cidadãos e cidadãs solidários com a situação de todos os países atacados pela austeridade. Pelo carácter da visita anunciada e perante a grave situação económica e social vivida em Portugal, afirmamos que não é bem-vinda. A senhora chanceler deve ser considerada persona non grata em território português porque vem, claramente, interferir nas decisões do Estado Português sem ter sido democraticamente mandatada por quem aqui vive.

Mesmo assim, como o nosso governo há algum tempo deixou de obedecer às leis deste país e à Constituição da República, dirigimos esta carta directamente a si. A presença de vários grandes empresários na sua comitiva é um ultraje. Sob o disfarce de “investimento estrangeiro”, a senhora chanceler trará consigo uma série de pessoas que vêm observar as ruínas em que a sua política deixou a economia portuguesa, além da grega, da irlandesa, da italiana e da espanhola. A sua comitiva junta não só quem coagiu o Estado Português, com a conivência do governo, a privatizar o seu património e bens mais preciosos, como potenciais beneficiários desse património e de bens públicos, comprando-os hoje a preço de saldo.

Esta interpelação não pode nem deve ser vista como uma qualquer reivindicação nacionalista ou chauvinista – é uma interpelação que se dirige especificamente a si, enquanto promotora máxima da doutrina neoliberal que está a arruinar a Europa. Tão pouco interpelamos o povo alemão, que tem toda a legitimidade democrática para eleger quem quiser para os seus cargos representativos. No entanto, neste país onde vivemos, o seu nome nunca esteve em nenhuma urna. Não a elegemos. Como tal, não lhe reconhecemos o direito de nos representar e menos ainda de tomar decisões políticas em nosso nome.

E não estamos sozinhos. No próximo dia 14 de Novembro, dois dias depois da sua anunciada visita, erguer-nos-emos com outros povos irmãos numa greve geral que inclui muitos países europeus. Será uma greve contra governos que traíram e traem a confiança depositada neles pelas cidadãs e cidadãos, uma greve contra a austeridade conduzida por eles. Mas não se iluda, senhora chanceler. Também será uma greve contra a austeridade imposta pela troika e por todos aqueles que a pretendem transformar em regime autoritário. Será, portanto, uma greve também contra si. E se saudamos os nossos povos irmãos da Grécia, de Espanha, de Itália, do Chipre e de Malta, saudamos também o povo alemão que sofre connosco. Sabemos bem que o Wirtschaftswunder, o “milagre económico” alemão, foi construído com base em perdões sucessivos da dívida alemã por parte dos seus principais credores. Sabemos que a suposta pujança económica alemã actual é construída à custa de uma brutal repressão salarial que dura há mais de dez anos e da criação massiva de trabalho precário, temporário e mal-remunerado, que aflige boa parte do povo alemão. Isto mostra também qual é a perspectiva que a senhora Merkel tem para a Alemanha.

É plausível que não nos responda. E é provável que o governo português, subserviente, fraco e débil, a receba entre flores e aplausos. Mas a verdade, senhora chanceler, é que a maioria da população portuguesa desaprova cabalmente a forma como este governo, sustentado pela troika e por si, está a destruir o país. Mesmo que escolha um percurso secreto e um aeroporto privado, para não enfrentar manifestações e protestos contra a sua visita, saiba que essas manifestações e protestos ocorrerão em todo o país. E serão protestos contra si e aquilo que representa. A sua comitiva poderá tentar ignorar-nos. A Comissão Europeia, o Fundo Monetário Internacional e o Banco Central Europeu podem tentar ignorar-nos. Mas somos cada vez mais, senhora Merkel. Aqui e em todos os países. As nossas manifestações e protestos terão cada vez mais força. Cada vez conhecemos melhor a realidade. As histórias que nos contavam nunca bateram certo e agora sabemos serem mentiras descaradas.

Acordámos, senhora Merkel. Seja mal-vinda a Portugal.

Subscritores/as:

Alexandra Pereira, artista plástica, activista PIIGS United In London Group
Alexandre Lopes de Castro, jornalista
Alfredo Barroso, escritor
Alice Brito, advogada
Alice Vieira, escritora e jornalista
Alípio de Freitas, jornalista, professor, Associação Abril, Associação Mares Navegados
Ana Campos, médica
Ana Carla Gonçalves, professora, activista
Ana Feijão, arquitecta paisagista, activista Precários Inflexíveis
Ana Luísa Amaral, poetisa, escritora, professora
Ana Maria Pinto, cantora lírica, activista
Ana Nicolau, realizadora
Andy Storey, professor University College Dublin, Debtireland (Irlanda)
António Costa Santos, jornalista, escritor
António José Lourenço, dirigente associativo, ecologista
António Mariano, estivador, Sindicato dos Estivadores
António Melo, jornalista
António Monteiro Cardoso, jurista, professor universitário
António Pedro Dores, sociólogo, presidente da ACED
António Pedro Vasconcelos, realizador
António Serzedelo, Opus Gay
Belandina Vaz, professora, Protesto dos Professores Contratados e Desempregados
Bruno Cabral, realizador, dirigente CENA – Sindicato
Bruno G. M. Neto, coordenador de Advocacy, Medicos del Mundo
Carlos Antunes, resistente anti-fascista
Carlos Costu, activista 15M London (Reino Unido)
Carlos Mendes, músico
Chris Nineham, secretário nacional Counterfire (Reino Unido)
Clare Solomon, vice-presidente Coalition of Resistance (Reino Unido)
Costas Lapavitsas, professor de Economia na SOAS – Universidade de Londres (Grécia)
Costas Todoulos, activista Jubillee Debt Campaign London (Grécia)
Dan Poulton, escritor e comentador (Reino Unido)
Daniel Oliveira, jornalista
Eduarda Dionísio, reformada, Casa da Achada
Eduardo Costa Dias, sociólogo, Centro de Estudos Africanos, ISCTE
Eric Toussaint, presidente CADTM – Comité pela Anulação da Dívida do Terceiro Mundo (Bélgica)
Esther Vivas, activista social (Estado Espanhol)
Eugénio Rosa, economista
Fátima Rolo Duarte, designer gráfica
Fernando Rosas, historiador
Feyzi Ishmail, doutoranda SOAS, activista Counterfire (Reino Unido)
Filipe Tourais,técnico de economia e finanças no Instituto Politécnico de Coimbra
Francisco Calafate Faria, investigador, activista London Against Troika
Francisco Frazão, programador de teatro
Frederico Aleixo, activista SOS Racismo
Guadalupe Portelinha, professora, Associação Abril, Associação Mares Navegados
Guadalupe Simões, enfermeira, dirigente do Sindicato dos Enfermeiros de Portugal
Helena Neves, professora universitária, activista feminista
Helena Pato, professora, Associação Não Apaguem a Memória
Inês Lourenço, investigadora CRIA
Irene Flunsel Pimentel, historiadora
Isabel do Carmo, médica
Joana Amaral Dias, psicóloga
Joana Campos, bolseira de investigação, activista Precários Inflexíveis
Joana Manuel, actriz, activista
Joana Saraiva, actriz, activista
Joana Villaverde, artista plástica
João Alexandre Grazina, tesoureiro, Associação Abril
João Camargo, engº ambiente, activista Precários Inflexíveis
João Leal, antropólogo, FCSH
João Reis, actor
Jorge Costa, jornalista
John Rees, escritor, autor do livro “Imperialism and Resistance” (Reino Unido)
José António Fernandes Dias, professor universitário, director do Africa.cont
José Gabriel Pereira Bastos, antropólogo, professor universitário aposentado
José Gema, fotógrafo
Lucía Gomes, advogada
Lucília José Justino, professora e activista dos direitos humanos
Luís Bernardo, historiador, ATTAC
Luís Marques, antropólogo, ex-director da Director Regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo
Luís Moutinho, Doutor em Química (UP), Professor Auxiliar no Instituto Superior de Ciências da Saúde – Norte
Luís Varatojo, músico
Luísa Ortigoso, actriz
Luísa Oliveira, socióloga, ISCTE, CIES
Magda Alves, socióloga, activista feminista
Manuel Grilo, professor,vice-presidente do SPGL
Manuel Loff, historiador
Manuela Góis, activista feminista
Manuela Tavares, activista feminista
Marco Marques, engº florestal, activista Precários Inflexíveis
Margarida Ferreira, activista Occupy London
Margarida Paredes, antropóloga, escritora
Margarida Vale de Gato, professora, tradutora, poeta
Maria da Paz Lima, socióloga, docente universitária do ISCTE-IUL
Maria Isabel Barreno, escritora
Maria Teresa Horta, escritora
Michel Gustave Joseph Binet, Centro de Linguística da Universidade Nova de Lisboa
Micol Brazzabeni, bolseira pos-doc, assembleia Popular da Graça
Miguel Cardina, Investigador CES
Miguel Tiago, geólogo
Myriam Zaluar, jornalista, activista Precários Inflexíveis
Natalia Lopez, activista 15M London (Reino Unido)
Nuno Ramos de Almeida, jornalista
Paula Marques, actriz, assessora autárquica
Paula Nunes, produtora
Paulo Granjo, antropólogo, ICS
Paulo Raposo, antropólogo, docente ISCTE-IUL, investigador do CRIA
Pedro Abrantes, investigador CIES-ISCTE/IUL
Raquel Freire, realizadora, activista social
Ricardo Morte, empresário
Roberto Santandreu, fotógrafo
Ronan Mcnern, activista Occupy London (Reino Unido)
Rui Bebiano, historiador, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Centro de Estudos Sociais e Centro de Documentação 25 de Abril
Rui Dinis, músico, activista
São José Lapa, actriz, encenadora
Sam Fairbairn, secretário nacional Coalition of Resistance (Reino Unido)
Sérgio Vitorino, activista Panteras Rosa
Teresa Xavier, doutoranda, activista socialista
Tiago Mota Saraiva, arquitecto
Victor Olmos, activista 15M London (Reino Unido)
Virginia Lopez Calvo, activista 15M London (Reino Unido)
Vítor Nogueira, economista e activista dos direitos humanos

Organizações:

PIIGS United in London Group
Londres Contra a Troika
Occupy London
Greece Solidarity Campaign Coalition of Resistance (CoR)
15M London Assembly/ Real Democracy Now London
Coalition of Resistance (CoR)
Solidarity With The Greek Resistance – London
Wake Up (London)
ATTAC España
Grupo de Trabajo de Economía Sol del 15M de Madrid
Asamblea de Trabajadorxs de la UNIVERSIDAD AUTÓNOMA DE MADRIDSubscritores/as:
Alexandra Pereira, artista plástica, activista PIIGS United In London Group

Deutsch

OFFENEN BRIEF AN ANGELA MERKEL

Sehr geehrte Frau Bundeskanzlerin Merkel,

Zuallererst möchten wir darauf hinweisen, dass wir uns an Sie als Kanzlerin der Bundesrepublik Deutschland wenden, und zwar nur als solche. Wir haben Sie nicht gewählt, erkennen keine Kanzler/in Europas an. In diesem Sinne möchten wir, die Unterzeichner dieses offenen Briefes, diesen Weg nutzen, um an Sie, Frau Bundeskanzlerin, zu schreiben. Wir, die Unterzeichner, sind Bürgerinnen und Bürger des Landes, welches Sie am 12. November besuchen werden, Bürgerinnen und Bürger, die sich solidarisch mit den von den Sparprogrammen attackierten Ländern verbunden fühlen.

Aufgrund des Charakters Ihres angekündigten Besuches und vor dem Hintergrund der katastrophalen ökonomischen und sozialen Lage Portugals, betonen wir, dass Sie hier nicht willkommen sind. Sie sollten sich auf portugiesischem Territorium als persona non grata betrachten, denn Sie mischen sich eindeutig in innere Angelegenheiten ein, für die Sie kein demokratisch von den hier lebenden Menschen ausgestelltes Mandat haben.

Weil unsere Regierung seit einiger Zeit aufgehört hat, den Gesetzen und der Verfassung dieser Republik Folge zu leisten, müssen wir uns daher mit diesem Brief direkt an Sie wenden. Die Anwesenheit diverser Großunternehmer in Ihrer Gefolgschaft ist empörend. Sie, Frau Kanzlerin, bringen eine Reihe von Personen mit, die unter dem Deckmantel ausländischer Investitionen die Ruinen einer Wirtschaft begutachten sollen, die Ihre Politik hier sowie in Griechenland, Irland und Spanien hinterlassen hat. In Ihrer Delegation sind nicht nur solche Kräfte, die mit Zustimmung unserer Regierung den portugiesischen Staat gezwungen haben, sein Eigentum und seine wertvollsten Güter zu veräußern, sondern auch solche, die als potenzielle Käufer derselben von den Ramschpreisen heute profitieren.

Diese Ausführungen können nicht und dürfen nicht als nationalistische oder chauvinistische Forderungen angesehen werden – sie sind direkt an Sie gerichtet, und zwar solange, wie Sie als die Hauptförderin der neoliberalen Doktrin, die Europa ruiniert, agieren. Genauso wenig wenden wir uns an das deutsche Volk, das das demokratische Recht hat, jeden zu seinem Vertreter zu machen. In unserem Land stand Ihr Name jedoch auf keinem Stimmzettel. Wir haben Sie nicht gewählt. Wir räumen Ihnen nicht das Recht ein, uns zu repräsentieren und noch weniger, politische Entscheidungen in unserem Namen zu treffen.

Und wir sind nicht allein. Am 14. November, zwei Tage nach Ihrem angekündigten Besuch, werden wir zusammen mit unseren Brudervölkern aufbegehren. Es wird zu einem Generalstreik in vielen Ländern Europas kommen. Dies soll ein Streik gegen all die Regierungen werden, die das Vertrauen ihrer Bürgerinnen und Bürger verraten haben und immer noch verraten, und gegen die von diesen Regierungen eingeleiteten Sparprogramme. Aber täuschen Sie sich nicht, Frau Kanzlerin. Es wird auch ein Streik gegen die durch die Troika auferlegten Sparmassnahmen sein, und gegen die Kräfte, die versuchen, diese Maßnahmen als dauerhafte Regelungen durchzusetzen. Also auch gegen Sie. Und wenn wir unsere Brüder in Griechenland, Spanien, Italien, Malta und Zypern grüßen, grüßen wir auch das deutsche Volk, das mit uns leidet. Wir wissen genau, wie das deutsche Wirtschaftswunder zustande kam, nämlich auf Basis einer sukzessiven Schuldenerlassung seitens der Kreditgeber. Wir wissen, die angeblich florierende deutsche Wirtschaft beruht auf brutalen Gehaltseinschnitten seit mehr als 10 Jahren, auf der Ausweitung von kurzfristiger bzw. geringfügiger Beschäftigung, welche weite Teile der deutschen Bevölkerung in Sorge stürzt. Das zeigt, welche Perspektiven Sie auch für das deutsche Volk in petto haben.

Es ist anzunehmen, dass Sie nicht antworten. Und es ist wahrscheinlich, dass die unterwürfige, schwache und charakterlose portugiesische Regierung Sie mit Beifall und Blumen empfängt. Aber in Wahrheit wird die Art und Weise, wie diese Regierung, unterstützt von der Troika und von Ihnen, dieses Land zerstört, von der Mehrheit der portugiesischen Bevölkerung äußerst missbilligt. Auch wenn Sie einen geheimen Weg und einen privaten Flughafen wählen, um den Demonstrationen und Protesten gegen Ihren Besuch zu entgehen, seien Sie versichert, sie werden überall in diesem Land stattfinden. Diese Aktionen werden auch gegen Sie und das was Sie darstellen gerichtet sein. Ihre Delegation kann versuchen uns zu ignorieren. Die Europäische Union, der Internationale Währungsfonds und die Europäische Zentralbank können versuchen, uns zu ignorieren. Aber wir werden immer mehr, Frau Merkel. Hier und in all den anderen Ländern. Unsere Demonstrationen und Proteste werden machtvoller. Wir erlangen zunehmend besseres Wissen über die Realität. Die Geschichten, die man uns erzählte, waren nie ganz stimmig, und jetzt wissen wir, sie sind glatte Lügen.

Wir sind aufgewacht, Frau Merkel. Seien Sie in Portugal unwillkommen!

Español

CARTA ABIERTA A ANGELA MERKEL

Estimada canciller Merkel:

Antes de nada, nos gustaría aclarar que nos dirigimos a usted como la canciller de la República Federal de Alemania. No le hemos votado y no reconocemos que haya una canciller de Europa. En este sentido nosotras, las personas que suscribimos esta carta abierta, lo hacemos como ciudadanas y ciudadanos de un país que usted pretende visitar el próximo día 12 de Noviembre. Por carácter de la visita anunciada y frente a la grave situación económica y social vivida en Portugal, afirmamos que usted no es bienvenida. La señora canciller debe ser considerada persona non grata en territorio portugués, porque viene, claramente para interferir en las decisiones del Estado Portugués sin haber sido encomendada democráticamente por los portugueses.

Incluso así, como nuestro gobierno hace algún tiempo que dejó de obedecer las leyes de este país y la Constitución de la República, le dirigimos esta carta directamente a usted. La presencia de varios grandes empresarios es un ultraje. Disfrazados de “inversión extranjera”usted traerá una serie de personas que vienen a ver las ruinas en que su política ha dejado nuestra economía, como hizo con la griega, la irlandesa, la italiana y la española. Su comitiva no solamente junta a quien coaccionó el Estado Portugués, con el consentimiento del gobierno, a privatizar el patrimonio y los bienes mas preciados, como también junta potenciales beneficiarios de este patrimonio y de bienes públicos, comprándolos hoy a precio de rebajas.

Esta carta no puede ni debe ser vista como una reivindicación de carácter nacionalista o chauvinista, se dirigea usted, como promotora máxima de la doctrina neoliberal que está arruinando Europa. No pedimos explicaciones al pueblo alemán, que tiene toda la legitimidad de elegir a sus representantes. Sin embargo, en este país donde vivimos, su nombre nunca estuvo en ninguna urna. No la elegimos y por tanto no le reconocemos el derecho de representarnos y meno aun de tomar decisiones políticas en nuestro nombre.

Y no estamos solos ni solas. El próximo día 14 de Noviembre, dos días después de su anunciada visita a nuestro país nos levantaremos con otros pueblos hermanos en huelga general que incluye muchos países europeos. Será una huelga contra los gobiernos que traicionaron y traicionan la confianza depositada por las
ciudadanas y ciudadanos, una huelga contra la austeridad a la que nos han conducido. Pero no se haga ilusiones señora canciller. También será una huelga contra la austeridad impuesta por la troika y por todos aquellos que la pretenden transformar en un régimen autoritario. Será por lo tanto una huelga también contra usted. Y si aplaudimos a nuestros pueblos hermanos del Estado Español, Griego, Italiano, de Chipre y Malta, aplaudimos también al pueblo alemán que sufre con nosotros. Sabemos que el Wirtschaftswunder, el “milagro económico” alemán, se construyó a base de perdones sucesivos de la deuda alemana por parte de sus principales acreedores. Sabemos que la supuesta fuerza económica alemana actual fue construida a base de una brutal represión salarial que dura más de diez años y de crear trabajo precario, temporal, mal pagado, que inquieta a buena parte del pueblo alemán. Esto nos muestra también, cual es la perspectiva que usted tiene para Alemania.

Es lógico que no nos responda. Es probable que el gobierno portugués, débil y servil la reciba entre flores y aplausos. Pero la verdad señora canciller, es que la mayoría de la población portuguesa no aprueba de ninguna manera la forma como este gobierno, sostenido por la troika y por usted, esta destruyendo el país. Aunque escoja un recorrido secreto y un aeropuerto privado, para no tener que enfrentarse a manifestaciones y protestas contra su visita, sepa que estas serán por todo el país, contra usted misma y lo que representa. Su comitiva podrá intentar ignorarnos. La Comisión Europea, el Fondo Monetario y el Banco Central Europeo también lo intentarán. Pero somos cada vez más, señora Merkel, aquí y en todos los países. Nuestras manifestaciones y protestas tendrán cada vez mas fuerza. Cada vez conocemos mejor la realidad. Las historias que nos contaban nunca cuadraban y ahora sabemos que son mentiras descaradas.

Hemos despertado, señora Merkel. Malvenida a Portugal.

Français

LETTRE OUVERTE À ANGELA MERKEL

Chère chancelière Merkel

Tout d’abord, nous aimerions souligner que nous ne nous dirigeons à vous qu’en tant que chancelière de l’Allemagne. Nous n’avons pas voté pour vous et nous ne reconnaissons pas qu’il y ait une chancelière de l’Europe. En ce sens, nous, souscripteurs e souscriptrices de cette lettre ouverte, vous écrivons dans notre qualité de citoyens et citoyennes. Citoyens et citoyennes d’un pays que vous prétendez visiter le 12 Novembre prochain, ainsi que comme citoyens et citoyennes solidaires avec la situation de tous les pays attaqués par l’austérité. De par le caractère de la visite annoncée, et étant donnée la grave situation économique et sociale vécue au Portugal, nous affirmons que vous n’êtes pas la bienvenue. Mme la chancelière, vous devez être considérée persona non grata en territoire portugais car vous venez, clairement, à fin d’interférer dans les décisions de l’État portugais sans avoir été pour ce démocratiquement mandatée par ceux et celles qui vivent ici.

Cependant, comme notre gouvernement a cessé depuis un bon moment d’obéir aux lois de notre pays et à la Constitution de la République, nous vous dirigeons directement cette lettre. La présence de plusieurs grands chefs d’entreprise dans votre délégation est un outrage. Sous la cape de la désignation “investissement étranger”, Mme la chancelière, vous ramenez avec vous plusieurs personnes qui viennent observer les ruines dans lesquelles votre politique a laissé notre économie, ainsi que la grecque, l’irlandaise, l’italienne et l’espagnole. Votre délégation rassemble non seulement ceux qui ont contraint l’État portugais, avec la connivence du gouvernement, à privatiser son patrimoine et ses biens les plus précieux, comme des potentiels bénéficiaires de ce patrimoine et des biens publics, qui peuvent aujourd’hui les acheter en soldes.

Cette interpellation ne peut ni ne doit être vue comme une quelconque revendication nationaliste ou chauviniste – c’est une interpellation qui se dirige spécifiquement à vous, en tant que promotrice maximum de la doctrine néolibérale qui est en train de ruiner l’Europe. Nous n’interpellons d’ailleurs pas non plus le peuple allemand, qui a toute la légitimité démocratique pour élire qui il veut pour ses positions représentatives. Cependant, dans ce pays dans lequel nous vivons, votre nom n’a jamais figuré dans une urne. Nous ne vous avons pas élue et nous ne vous reconnaissons donc pas le droit de nous représenter et encore moins celui de prendre des décisions politiques en notre nom.

Et nous ne sommes pas seuls. Le 14 novembre prochain, deux jours après votre visite annoncée, nous nous lèverons avec d’autres peuples frères à l’occasion d’une grève générale qui inclut plusieurs pays européens. Ce sera une grève contre les gouvernements qui ont trahi et trahissent la confiance déposée en eux par les citoyens et les citoyennes, une grève contre l’austéritéconduite par eux. Mais ne vous faites pas d’illusions, chère chancelière. Ce sera également une grève contre l’austérité imposée par la Troika et par tous ceux qui prétendent la transformer en un régime autoritaire. Ce sera, donc, aussi, une grève contre vous. Et si nous saluons les peuples-frères de la Grèce, de l’Espagne, du Chypre et de Malte, nous saluons également le peuple allemand qui souffre avec nous. Nous savons bien que le Wirtschaftswunder, le“miracle économique” allemand, s’est construit sur les successifs pardons de la dette allemande de la part de ses principaux créanciers. Nous savons que la soi-disant « puissance économique allemande » est construite sur la base d’une forte répression salariale qui dure depuis plus de dix ans et de la création massive de travail précaire, temporaire et mal rémunérée qui atteint une bonne partie du peuple allemand. Cela montre aussi quelle est la perspective que vous avez pour l’Allemagne, Mme Merkel.

Il est plausible que vous ne nous répondiez pas. Il est probable que le gouvernement portugais, asservi, fragile et faible, vous reçoive entre fleurs et applaudissements. Mais la vérité, Mme la chancelière, est que la majorité de la population portugaise désapprouve complétement la façon dont ce gouvernement, soutenu par la troika et par vous, est en train de détruire ce pays. Même si vous choisissez un parcours secret ou un aéroport privé, pour ne pas faire face aux manifestations et aux protestations contre votre visite, sachez que ces manifestations et protestations auront lieu dans tout le pays. Et ce seront des manifestations contre vous et ce que vous représentez. Votre délégation peut essayer de nous ignorer. La Commission Européenne, le Fonds Monétaire International et la Banque Centrale Européenne peuvent essayer de nous ignorer. Mais nous sommes de plus en plus, Mme Merkel. Ici et dans tous les pays. Nos manifestations et nos protestations auront de plus en plus de force. Nous connaissons de mieux en mieux la réalité. Les histoires que l’on nous racontait n’ont jamais fait de sens et nous savons maintenant que ce sont des mensonges effrontés.

Nous nous sommes réveillés, madame Merkel. Soyez la malvenue au Portugal.

English

OPEN LETTER TO ANGELA MERKEL

Dear chancellor Merkel,

We start by saying we address you only as chancellor of Germany. We did not vote for you and do not acknowledge the existence of a chancellor of Europe. We, the subscribers of this open letter, write to you as free citizens. Citizens of a country you wish to visit on the next 12th of November, as well as citizens in solidarity with all the countries attacked by austerity. Due to the character of the announced visit, those who have to struggle daily with the dire economic and social situation in Portugal, must stress that you are not welcome. You should be considered persona non grata in Portuguese territory because you clearly come to interfere with the Portuguese State’s decisions without being democratically mandated by those who live here.

Even so, because our government has of late ceased to obide with the laws of this country and its Republican constitution, we address this letter directly to you. The presence of many great businessman in your entourage is an outrage. Under the guise of “foreign investment”, you will bring a group of people that will come to plunder the ruins in which your policies have left the Portuguese economy, as well as those of Greece, Ireland, Italy and Spain. Your delegation is composed not only by those who have coerced the Portuguese state, with the connivance of its government, to privatize it’s property and most valuable assets, but also by the potential beneficiaries of those properties and assets, bought today at fire-sale prices.

This letter cannot and should not be seen as any sort of nationalist of chauvinist vindication – it’s a direct address to you as the chief promoter of the Neoliberal doctrine which is ruining Europe. We do not address the German people who have all the democratic legitimacy to elect whomever they want for their representative offices. However, in this country where we live, your name was never on any ballot. We did not elect you. As such, we do not recognize you the right to represent us and even less the right to make political decisions on our behalf.

And we are not alone. On the 14th of November, two days after your announced visit, we will rise with several others in a general strike which will include many European countries. It will be a strike against the governments which have betrayed and still betray the trust the citizens deposited on them, a strike against the austerity applied by them. But do not delude yourself, chancellor. It will be a strike against the austerity imposed by the troika and against all those which intend to transform it into an authoritarian regime. It will be a strike against you, Mme. Merkel. And if we salute the people of Greece, Spain, Italy Cyprus and Malta, we also salute the German people who suffer with us. We know very well that the Wirtschaftswunder, Germany’s “economical miracle”, was built on the basis of successive debt pardons by its main creditors. We know that the supposed current German economic thrust is built on a brutal crackdown on wages for over 10 years and the massive promotion of precarious labour, temporary and low-wage work that afflicts a great part of the German people. That also shows the perspective you, chancellor Merkel, have for your own country.

It’s very likely that you won’t reply. And it’s probable that the Portuguese government, subservient, weak and feeble, will receive you with flowers and applause. But the truth, chancellor, is that the majority of the Portuguese population blatantly disapproves of this government and the way in which it is destroying the country, supported by the troika and yourself. Even if you choose a secret route and a private airport to get away from the demonstrations against your visit, you have to know that they will occur all around the country. And they will be protests against you and what you represent. Your entourage may try and ignore us. The European Commission, the International Monetary Fund and the European Central Bank may try to ignore the streets. But we are more and more, Mme. Merkel. Here and in all countries. Our protests will be stronger and stronger. We become more aware of reality every day. The stories you have all told us were always awkward and now we know they were full-out lies.

We have awaken, Mme. Merkel. You are an ill and unwelcome guest.

Έλληνας

ανοικτή επιστολή προς Άνγκελα Μέρκελ

Αγαπήτη καγκελάριε Μέρκελ

Ξεκινάμε αυτό το γράμμα σημειώνοντας ότι σας απευθυνόμαστε ως καγκελάριο της Γερμανίας. Δεν σας ψηφίσαμε και δεν αναγνωρίζουμε την ύπαρξη καγκελαρίου της Ευρώπης. Εμείς, οι υπογράφοντες αυτής της ανοιχτής επιστολής, σας γράφουμε ως ελεύθεροι πολίτες. Ως πολίτες μίας χώρας την οποία επιθυμήτε να επισκεφτείτε την ερχόμενη δωδεκάτη του Νοέμβρη, καθώς και ως πολίτες οι οποίοι συμπαραστέκοντε σε όλες τις χώρες οι οποίες έχουν πληγεί από την λιτότητα. Λόγω του χαρακτήρα της προαναγγελθούσης επίσκεψης, εκείνοι οι οποίοι πρέπει να παλεύουν καθημερινώς με την έσχατη οικονομική και κοινωνική κατάσταση στην Πορτογαλλία, πρέπει να σας κάνουμε σαφές ότι δεν είσαστε ευπρόσδεκτη. Θα πρέπει να θεωρήστε ως persona non grata σε πορτογαλλέζικο έδαφος, γιατί έρχεστε σαφώς για να παρέμβετε στις αποφάσεις του πορτογαλλέζικου κράτους χωρίς να έχετε εκλεγεί δημοκρατικά από τους κατοίκους αυτού του τόπου.

Πολύ περισσότερο, καθώς η κυβέρνησή μας έχει προσφάτως σταματήσει να ακολουθεί τους νόμους αυτής της χώρας και του δημοκρατικού της συντάγματος, αυτή η επιστολή απευθύνεται σε εσάς ευθέως. Η παρουσία πολλών μεγαλο-επιχειρηματιών στην συνοδεία σας είναι κάτι το εξοργιστικό. Υπό την επικάληψη ‘ξένης επένδυσης’, θα φέρετε μία ομάδα ανθρώπων οι οποίοι θα έρθουν για να λεηλατήσουν τα ερείπια της πορτογαλλέζικης οικονομίας που οι δικές σας πολιτικές δημιούργησαν, όπως στις περιπτώσεις της Ελλάδας, της Ιρλανδίας, της Ιταλίας και της Ισπανίας. Η αντιπροσωπεία σας αποτελείται όχι μόνο από εκείνους τους οποίους ανάγκασαν το πορτογαλλέζικο κράτος, με την συγκατάθεση της κυβέρνησής του, να ιδιωτικοποίησουν την περιούσια και τα πιο πολύτιμα αγαθά του, αλλά επίσης και από αυτούς που θα επωφεληθούν από την αγορά αυτών των περιουσιακών στοιχείων σε τιμές εξευτελιστικά χαμηλές.

Η παρούσα επιστολή δεν μπορεί και δεν πρέπει να ειδωθεί ως ένα είδος εθνικιστικής και σωβινιστικής υπεράσπισης – απευθύνεται σε εσάς άμεσα ως την κυρίαρχη προαγωγό του Νεοφιλελεύθερου δόγματος το οποίο καταστρέφει την Ευρώπη. Δεν απευθυνόμαστε στον γερμανικό λαό, ο οποίος έχει όλη την δημοκρατική νομιμοποίηση να εκλέγει οποιονδήποτε επιθυμεί για να τον εκπροσωπεί. Όμως, σε αυτήν την χώρα στην οποία ζούμε, το όνομά σας δεν εμφανίστηκε σε κανένα ψηφοδέλτιο. Δεν σας ψηφίσαμε εμείς. Επομένως, δεν σας αναγνωρίζουμε το δικαίωμα να μας εκπροσωπείτε και πολύ λιγότερο το δικαίωμα να λαμβάνετε πολιτικές αποφάσεις εκ μέρους μας.

Και δεν είμαστε μόνοι μας. Στις 14 του Νοέμβρη, δύο ημέρες μετά την ανακοινωμένη σας επίσκεψη, θα προβούμε με αρκετούς άλλους σε γενική απεργία η οποία θα συμπεριλαμβάνει πολλές ευρωπαϊκές χώρες. Θα είναι μία απεργία ενάντια στις κυβερνήσεις οι οποίες έχουν προδώσει και συνεχίζουν να προδίδουν την εμπιστοσύνη των πολιτών, μία απεργία ενάντια στην λιτότητα που έχει εφαρμοσθεί σε βάρος τους. Αλλά μην έχετε αυταπάτες, καγκελάριε. Θα είναι μία απεργία εναντίον της λιτότητας που επέβαλε η τρόικα και εναντίον όλων εκείνων που αποσκοπούν να την μεταμορφώσουν σε ένα απολυταρχικό καθεστώς. Θα είναι μία απεργία εναντίον σας, μαντάμ Μέρκελ. Και αν χαιρετίζουμε τον λαό της Ελλάδας, της Ισπανίας, της Ιταλίας, της Κύπρου και της Μάλτας, επίσης χαιρετίζουμε τον λαό της Γερμανίας ο οποίος υποφέρει μαζί με εμάς. Γνωρίζουμε πολύ καλά ότι το Wirtschaftswunder, το ‘οικονομικό θαύμα’ της Γερμανίας, χτίστηκε στη βάση διαδοχικών χρεωστικών συγχωρέσεων από τους κύριους πιστωτές της. Γνωρίζουμε ότι η σημερινή υποτιθέμενη γερμανική οικονομική ώθηση χτίστηκε πάνω σε μία απάνθρωπη μείωση των μισθών για παραπάνω από 10 χρόνια και την μαζική προαγωγή επισφαλούς εργασίας, προσωρινής και χαμηλόμισθης, η οποία μαστίζει ένα μεγάλο μέρος του γερμανικού πληθυσμού. Κάτι τέτοιο καταδεικνύει την προοπτική που εσείς, καγκελάριε Μέρκελ, έχετε για την ίδια σας την χώρα.

Είναι πολύ πιθανόν να μην απαντήσετε. Και είναι επίσης πολύ πιθανό ότι η πορτογαλλέζικη κυβέρνηση, όντας δουλοπρεπής, αδύναμη και φιλασθενής, να σας υποδεχθεί μετά λουλουδιών και χειροκοτημάτων. Αλλά η αλήθεια είναι, καγκελάριε, ότι η πλειοψηφία του πορτογαλλέζικου πληθυσμού αποδοκιμάζει ολοφάνερα την παρούσα κυβέρνηση και τον τρόπο με τον οποίο καταστρέφει την χώρα, υποστηριζόμενη από την τρόικα και εσάς. Ακόμη και αν επιλέξετε μία μυστική διαδρομή και ένα ιδιωτικό αεροδρόμιο για να αποφύγετε τις διαδηλώσεις κατά την επίσκεψή σας, θα πρέπει να ξέρετε ότι τούτες θα πραγματοποιηθούν σε όλη τη χώρα. Και θα είναι διαδηλώσεις κατά εσάς και του ό,τι εκπροσωπείτε. Η αντιπροσωπεία σας μπορεί να προσπαθήσει να μας αγνοήσει. Η Ευρωπαϊκή Επιτροπή, το Διεθνές Νομισματικό Ταμείο και η Ευρωπαϊκή Κεντρική Τράπεζα μπορεί να προσπαθούν να αγνοήσουν τα συμβάντα στους δρόμους. Αλλά είμαστε ολοένα και περισσότεροι, μαντάμ Μέρκελ. Εδώ και σε όλες τις χώρες. Οι διαμαρτυρίες μας θα δυναμώνουν ολοένα και πιο πολύ. Συνειδητοποιούμε την πραγματικότητα μέρα με τη μέρα. Οι ιστορίες που μας λέγατε τόσο καιρό ακούγονταν πάντα περίεργες και τώρα ξέρουμε ότι ήταν επέσχυντα ψέματα.

Ξυπνήσαμε μαντάμ Μέρκελ. Είσαστε ένας κακοδεχούμενος επισκέπτης.

PORTUGAL NÃO É UMA COLÓNIA ALEMÃ

PORTUGAL É UM PAÍS LIVRE E SOBERANO

GOVERNADO POR GANGS DE CORRUPTOS E ALDRABÕES

QUE O LEVARAM À BANCARROTA

 

Dispara número de pensionistas milionários

Reformas

Vera Jardim, ex-deputado do PS, e Jaime Gama, ex-presidente da Assembleia

Mais de cinco milhares com reformas acima dos 4 mil euros.

O número de pensionistas com reformas milionárias não pára de aumentar: no final de 2011, segundo os dados da Caixa Geral de Aposentações (CGA) e da Segurança Social, existiam em Portugal 5770 pessoas com pensões mensais acima dos quatro mil euros, um aumento de 8,3% face a 2010.

O maior número de pensões do escalão mais alto concentra-se na CGA, muito por força da corrida à reforma dos funcionários públicos nos últimos anos: em 2011, de acordo com as listas mensais da CGA, aposentaram-se com pensões acima de quatro mil euros 387 trabalhadores do Estado. No final do ano passado, o número total de pensionistas da CGA com reformas douradas ascendeu a 5226 pessoas, um acréscimo de cerca 8% face ao ano anterior.

Mesmo na Segurança Social, onde a esmagadora maioria das pensões do sector privado não ultrapassa os 419 euros, está a registar-se um forte aumento de pensionistas milionários: no ano passado, segundo a Segurança Social, passaram à reforma 544 pessoas com pensões acima de 5594 euros por mês. Com este resultado, em 2011, o universo de pensionistas milionários disparou quase 11%.

Tudo somado, o universo de pensões douradas na CGA e na Segurança Social passou a contar com cerca de 5770 beneficiários. “Como as pessoas têm carreiras contributivas mais longas e salários mais elevados, as pensões são também mais altas”, explica João Cantiga Esteves, economista do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), que não tem dúvidas de que, a médio prazo, o Estado terá “cada vez mais dificuldades em sustentar o sistema.”

João Cantiga Esteves explica ainda esta tendência com a “corrida às reformas e pré-reformas [em especial na Função Pública], porque as pessoas sentem que as condições [para a aposentação] vão ser alteradas no futuro.”

Ainda segundo este especialista, “começa a colocar-se o problema da sustentabilidade do sistema [ao nível do pagamento das pensões no futuro].”

CORTE DE 50% NAS PENSÕES DE 7.545 €

As reformas mais altas sofrem este ano penalizações, por via da aplicação de uma taxa para a contribuição extraordinária de solidariedade.

Com esta medida, que está prevista no Orçamento do Estado para 2012, o Governo do primeiro-ministro Pedro Passos Coelho aplica um corte superior à redução fixada pelo Executivo de José Sócrates em 2011 .

O Orçamento do Estado para este ano prevê, no artigo 20º, que a contribuição extraordinária de solidariedade tenha duas taxas. Nas pensões com valor mensal entre 5030 euros e 7545 euros, será aplicado um corte de 25 por cento na parte da pensão que excede os 5030 euros.

Por sua vez, nas reformas de montante superior a 7545 euros é aplicada uma redução de 50 por cento na parte que excede os 7545 euros.

Por exemplo, numa pensão de 10 mil euros, o beneficiário perde 1855 euros, dos quais 628 euros dizem respeito ao corte de 25 por cento (relativo à parte entre 5030 euros e 7545 euros) e 1227 euros à redução de 50 por cento (referente à parte entre 7545 euros e 10 mil euros).

DESPESA DA CGA ASCENDE A 7,9 MIL MILHÕES

A despesa com as pensões da Caixa Geral de Aposentações (CGA) ascendeu no ano passado a cerca de 7,9 mil milhões de euros.

De acordo com os dados da Direcção-Geral do Orçamento (DGO), tutelada pelo ministro das Finanças, Vítor Gaspar, este montante representa um aumento de 5,4 por cento face aos perto de 7,5 mil milhões de euros que se tinham registado no ano anterior.

In Correio da Manhã online
03/02/2012
Por:António Sérgio Azenha

Escandalo em Portugal !!! Pensões Vitalicias Milionárias de 400 ex-políticos portugueses!!!

Depois como é que Portugal não está em crise e com tanta gente a viver com salários baixos, quando há tantos ex-politicos com pensões milionárias ??

Há mais de 400 ex-políticos a receber uma pensão vitalícia. Muitos são hoje gestores de topo em empresas privadas, mas acumulam a pensão do Estado, apesar dos cortes previstos pelo Orçamento do Estado.

A polémica subvenção foi revogada em 2005 pelo PS, mas é aplicada aos políticos que já tivessem começado a exercer antes dessa data. O agora empresário Carlos Melancia ex governador de Macau é quem mais recebe: 110 mil euros por ano. Na lista estão também Armando Vara e Dias Loureiro.

In YouTube

E os burros somos nós!!!???

Escandalo em Portugal !!! Pensões Vitalicias Milionárias de 400 ex-políticos portugueses!!!

Depois como é que Portugal não está em crise e com tanta gente a viver com salários baixos, quando há tantos ex-politicos com pensões milionárias ??

Há mais de 400 ex-políticos a receber uma pensão vitalícia. Muitos são hoje gestores de topo em empresas privadas, mas acumulam a pensão do Estado, apesar dos cortes previstos pelo Orçamento do Estado.

A polémica subvenção foi revogada em 2005 pelo PS, mas é aplicada aos políticos que já tivessem começado a exercer antes dessa data. O agora empresário Carlos Melancia ex governador de Macau é quem mais recebe: 110 mil euros por ano. Na lista estão também Armando Vara e Dias Loureiro.

In YouTube

E os burros somos nós!!!???

Quanto ganha um Presidente?

Um pouco por todo o mundo a austeridade está a obrigar os Governos a reduzirem os salários dos políticos. Mas ainda há quem consiga receber, anualmente, mais de €1 milhão e ter inúmeros privilégios. Veja quem, segundo dados recolhidos pela revista Visão.

La casta. Ou, em português, a casta. É assim que os políticos italianos são tratados e, conhecendo as razões, não admira. Apesar de a crise em Itália estar no auge, com o país endividado, os privilégios da classe dirigente nacional surpreendem até os mais cépticos, de acordo com dados publicados hoje na revista “Visão” .

Os deputados italianos, para além de terem um salário base ilíquido mensal de €11.283, têm direito a viajar gratuitamente por mar, ar e terra (e, paradoxalmente, ainda podem receber subsídios de transporte); recebem um subsídio de residência (mesmo que já vivam em Roma); recebem €3500 para contratarem assessores próprios; têm direito a preços simbólicos em cabeleireiro, manicure e em refeições (€2 por esparguete com anchovas ou uma refeição luxuosa por €9, na cantina parlamentar); têm descontos em lojas de marca em Roma e em cinemas; e têm os telefonemas subsidiados pelas operadoras telefónicas.

Não admira, pois, que os italianos sejam campeões europeus em despesas com a classe política, de acordo com um estudo publicado no mês passado por Enrico Giovannini, economista italiano e presidente do Instituto Nacional de Estatística do país. Isto apesar de, recentemente, o primeiro-ministro Mario Monti ter renunciado ao seu salário, como gesto simbólico, dada a crise que o país atravessa. Os privilégios da classe dirigente não caem bem na opinião pública italiana, pelo que estarão a ser planeados vários cortes.

Suecos dão o exemplo

No polo oposto estão os deputados suecos, que têm razões para invejar os congéneres italianos. Os suecos recebem €5400 mensais e… pouco mais. Se viverem fora de Estocolmo, recebem um subsídio de refeição de €12; podem ficar, durante a semana, em pequenos apartamentos T1 disponibilizados pelo Estado, com cozinhas e lavandarias comunitárias; e não têm nem secretários, nem assessores, nem automóveis de serviço.

Um pouco por todo o mundo, os políticos têm visto os seus ordenados descer, a par da austeridade que vão aplicando aos seus países. Em França, Nicolas Sarkozy congelou o seu próprio salário – e os dos membros do Governo -, depois de, em 2007, o ter aumentado em cerca de 170%. O primeiro-ministro britânico, David Cameron, também demonstrou preocupação semelhante, em maio de 2010, ao reduzir os salários do Governo em 5%.

Mesmo assim, ainda há quem resista à crise. Em Singapura, por exemplo, o salário do Presidente foi cortado em 51%, é certo, mas Tony Tan ainda ficou a receber… €907.000 (salário ilíquido anual). O vencimento do primeiro-ministro Lee Hsien Loong desceu menos, apenas 36%: €1.330.000.

Nem o Presidente norte-americano, Barack Obama, consegue chegar perto de tais números. O líder da Casa Branca ‘só’ recebe €314.000 anuais. Coisa pouca, se comparada com o salário do presidente da província de Bolzano: €321.000 anuais. Só resta dizer que Bolzano é, pois claro, uma província italiana.

Vencimentos de deputados (salário base ilíquido)
(salário base ilíquido com ajudas*)
Itália €11.283 €18.776
França €7.100 €13.928
Alemanha €7.668 €12.625
Portugal €3.815 €6.956
Espanha €2.183 €4.637

* Inclui vários extras, como despesas de representação, transporte e subsídios. Os subsídios de Natal e de férias, quando existem, estão repartidos pelos 12 meses do ano.

Fonte: Relatório de Enrico Giovannini (Comissione Sul Livellamento Retributivo Italia-Europa) e site da Assembleia da República, citados pela “Visão”

In Expresso online
10:00 Quinta feira, 12 de Janeiro de 2012

[aviso] - É para esta corja de gatunos ganharem estes salários faraónicos que depois não chega para pagar aos que mais precisam, ou antes, ainda lhes vão ROUBAR o pouco quase nada que ainda conseguem das migalhas auferidas… Para esta gajada ter moral para pedir “austeridade”, “sacrifício”, bla, bla, bla, aos Portugueses, primeiro teria de acabar, PARA SEMPRE, com as múltiplas reformas milionárias e escandalosas! Um trabalhador = a UMA REFORMA! Eu trabalhei em várias empresas ao longo dos mais de 40 anos de serviço e apenas recebo a merda de UMA REFORMA! Porquê estes cangalhos têm duas, três, quatro e mais reformas por cada sítio onde passam e por dois, três ou quatro anos? E porquê quando se “auto-despedem”, ficam a receber o mesmo salário durante dois anos, como é no caso da ERC e de outros lados? Andam meia dúzia de CHULOS a ROUBAREM o que falta à grande maioria dos Portugueses! Enquanto isto não acabar, Portugal enterrar-se-á cada vez mais e, com ele, o Povo! Um simples merceeiro de aldeia sabe gerir melhor o seu espaço comercial do que estes doutores encartados (não sei com que veracidade) fazem ao País! [/aviso]

Subvenções vitalícias a ex-Deputados

O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, admite cortar as subvenções em 14 por cento

São mais de quatrocentos os antigos políticos agora gestores de grandes empresas que recebem subvenções vitalícias pelo seu desempenho de funções no Estado. Só no próximo ano, os custos com estes pagamentos pesam cerca de oito milhões de euros aos cofres do Estado. O Governo de José Sócrates revogou esta lei, mas sem efeitos retroactivos a 2009. Agora, o ministro das Finanças admite cortar 14 por cento deste rendimento mensal.

Carlos Melancia é o ex-político que mais recebe de subvenção vitalícia: 9150 euros por mês. Hoje empresário hoteleiro, recebe assim uma espécie de prémio por uma carreira pública iniciada em 1978 como ministro da Industria de Mário Soares até 1990, ano em que um escândalo de corrupção o forçou a deixar o cargo de governador de Macau.

Mais de 400 antigos políticos recebem estes rendimentos especiais, apenas válidos se não ocuparem cargos públicos. Ferreira do Amaral, antigo ministro de Cavaco Silva e hoje na administração da Lusoponte, recebe 3000 euros, o mesmo valor que a ex-deputada do PCP e depois do PSD Zita Seabra, agora administradora da Alêtheia Editores.

Jorge Coelho, antigo ministro de Guterres e hoje presidente da construtora Mota Engil, arrecada 2400 euros. Do mesmo executivo fez parte António Vitorino como ministro da Defesa, hoje advogado com uma pensão de 2000 euros, tal como Armando Vara, presidente da Camargo Corrêa. Duarte Lima, antigo líder parlamentar do PSD, hoje advogado na área de negócios e suspeito no caso Feteira, aufere 2200 euros. Dias Loureiro, envolvido no escândalo BPN, recebe 1700 euros. José Sócrates e Passos Coelho teriam por lei direito à subvenção, mas prescindiram

Cavaco Silva vai ser o primeiro Presidente pós-25 de Abril a não a receber

Os documentos a que o Diário de Notícias teve acesso deixam em aberto a actualização dos valores pagos, um rendimento só revogado no primeiro Governo de José Sócrates, o que quer dizer que até 2009 todos aqueles que ocuparam cargos públicos após o 25 de Abril durante 12 anos têm direito a 12 meses de pagamento.

À excepção do Bloco de Esquerda, criado apenas em 1998, há assim beneficiários de todos os quadrantes políticos: Bagão Félix, do CDS, recebe 1000 euros; os ex-líderes partidários Carlos Carvalhas (PCP) 2800 euros e Manuela Ferreira Leite (PSD) 2700.

A despesa acumulada com estas subvenções chega aos 90 milhões de euros em 2012, ano em que o Orçamento do Estado prevê verbas de quase oito milhões para estes pagamentos.

Esta semana o ministro das Finanças admitiu cortes nas subvenções de cerca de 14 por cento, semelhante ao corte dos subsídios de férias e de natal na função pública.

Fonte: RTP
Out/2011

A responsabilidade será nossa

Recessão mais profunda em 2012

Finanças: Debate na especialidade do Orçamento do Estado

Vítor Gaspar deixou ontem claro que a margem de negociação do Orçamento é reduzida

A economia vai resvalar mais do que o previsto em 2012 e a recessão irá agravar-se para 3%, acima dos 2,8% inicialmente estimados pelo Governo. Este novo cenário foi ontem reconhecido pelo ministro das Finanças, Vítor Gaspar, no Parlamento, durante o debate na especialidade do Orçamento do Estado.

Apesar do agravamento das condições económicas, o governante disse ainda que este ano o PIB deverá cair apenas 1,6%, e não 1,9% como estimava o Executivo. As duas alterações serviram de justificação a Vítor Gaspar para desvalorizar o impacto das medidas de austeridade na actividade económica. “Dado que os ajustes são da mesma ordem de grandeza e de sinal contrário, o efeito nas previsões macroeconómicas que integram o Orçamento é muito pequeno”, sublinhou o ministro.

Vítor Gaspar fez ainda questão de deixar claro ao PS que “para discutir alterações [às medidas de austeridade] é necessário que a diminuição de receitas seja compensada pela diminuição de despesa ou pelo aumento de receita”. E lembrou que a regra de corte de 2/3 na despesa do Estado e 1/3 do lado da receita “é ponto de honra e importante para os parceiros internacionais que seja respeitada”.

Aos funcionários públicos, que juntamente com os pensionistas vão sofrer cortes nos subsídios de férias e Natal do próximo ano, Vítor Gaspar teceu rasgados elogios ao empenho que permitiu ao País passar na avaliação da troika.

Hoje, o PS apresenta propostas de alteração ao Orçamento que contemplam, além da devolução de um subsídio aos trabalhadores do Estado e reformados, um aumento em 5% sobre o IRS de montantes superiores a 500 mil euros. Na direita, PSD e CDS preparavam ontem propostas conjuntas.

A execução orçamental de Outubro, cuja divulgação estava prevista para ontem a meio da tarde, foi atrasada em virtude do debate parlamentar .

GOVERNO RECUA NA ALTERAÇÃO DAS TABELAS SALARIAIS

O Governo recuou na intenção de alterar as tabelas salariais dos funcionários públicos. Depois de na sexta-feira o secretário de Estado Hélder Rosalino ter anunciado que o Governo iria “preparar, até ao final de 2012, uma revisão dos escalões salariais do sector público”, fonte oficial do Ministério das Finanças assegurou ontem que “o Governo não tem intenção de mexer nas tabelas salariais da Função Pública” e que “não haverá cortes” nem “mexidas nas tabelas”.

In Correio da Manhã online
22/11/2011 | 01h00
Por:Diana Ramos/ Cristina Rita

[aviso]  – A cara da INCOMPETÊNIA…!!! R U A…!!! [/aviso]

E os burros somos nós?!

Então macacada...???

Passos Coelho pede aos portugueses que não deixem de acreditar

Numa mensagem no seu mural do Facebook, o primeiro-ministro apela aos sacrifícios e diz que este é o momento de “reescrever o futuro dos nossos filhos”.

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, dirigiu-se hoje aos portugueses no Facebook, respondendo muito especialmente a uma mensagem no seu mural de uma portuguesa que já só “toma um banho por semana”, mas que, ainda assim, não consegue equilibrar as suas finanças.

Passos Coelho não dá soluções a Ana Isabel Albergaria. Ou melhor, responde-lhe com um outro post, de Richard Warrell, morador em Oeiras e filho de mãe portuguesa. Chegará?

O chefe de governo começa por dizer que o seu mural do Facebook tem recebido milhares de mensagens, vindo de portugueses de todo o mundo, sendo-lhe impossível acompanhar todos eles. No entanto, a sua equipa faz-lhe chegar muitos desses “posts” e é com base em dois testemunhos que Passos Coelho escreveu uma resposta.

“Desde que anunciei, no dia 13 de Outubro, as medidas mais duras do Orçamento de Estado para 2012, muitas têm sido as mensagens de frustração ou desespero que li nesta página. Mensagens como a da Ana Isabel Albergaria”, diz o primeiro-ministro.

E o que dizia Ana Isabel? “Exmo sr. primeiro-ministro. Votei no senhor e ainda acredito que está a fazer o melhor que pode e sabe. Preciso muito da sua ajuda. É sobre o meu orçamento familiar. Até aqui o ordenado nunca chegava ao fim do mês. Era com os subsídios de natal e férias que eu conseguia equilibrar as finanças, pagar seguros, contribuições, IRS ou outra despesa extraordinária, como um par de óculos. Já cortei tudo… (…) Tomo banho só uma vez por semana, só acendo uma lâmpada, dispensei a mulher-a-dias, só saio no carro em casos extremos. Não sei mais onde cortar e o dinheiro não chega. Por favor diga-me o que hei-de fazer para poder continuar a pagar as obrigações ao Estado. Estou desesperada. Agradeço que me ajude e dê sugestões de como equilibrar as minhas finanças”.

Passos Coelho responde-lhe: “Como a Ana Isabel, muitos de vocês estão assustados com o desafio que temos de enfrentar. Mas acredito também que, por mais que estes sacrifícios nos custem, sabemos hoje que não podemos mais fechar os olhos aos erros do passado. O momento de rescrever o futuro dos nossos filhos é agora e eu acredito que vamos consegui-lo”.

E prossegue: “Felizmente tenho descoberto também nesta plataforma que muitos são os Portugueses que acreditam. Homens e mulheres inspiradores que não baixam os braços. E usando as palavras de um deles – um redactor de Oeiras chamado Richard Warrell, filho de mãe portuguesa, que escreveu ‘Chega. Chegou a minha hora. Vou acordar todos os dias e vou pensar no que vou fazer hoje para que amanhã seja melhor. Vou gastar menos em coisas supérfluas e mostrar aos meus filhos que é assim que deve ser. Vou educá-los de maneira a não caírem nos mesmos erros da minha geração e das anteriores. Esse será o meu legado e o melhor que todos podemos fazer. Estamos a desperdiçar o presente. Asseguremos o futuro. Por mim, o fim acaba aqui. Este barco não vai ao fundo’”.

É recorrendo à mensagem de Richard Warrell que Passos Coelho espera que Ana Isabel consiga “dar a volta por cima”. “À Ana Isabel, ao Richard e a todos os que aqui escrevem diariamente peço que não deixem de acreditar”, apela.

“As dificuldades existem e têm de ser enfrentadas. Mas vale a pena enfrentá-las e ganhar força para as ultrapassar. Trata-se também de uma oportunidade para fazermos as coisas de modo diferente para futuro. Estaremos não apenas a corrigir erros do passado mas sobretudo a construir uma perspectiva de futuro bem mais digna para os nossos filhos e para nós próprios”, conclui o primeiro-ministro no seu mural no Facebook, acrescentando que “Juntos, com trabalho, vamos conseguir”.

Uma hora depois de colocar o seu “post”, Pedro Passos Coelho tinha 782 “likes” e 287 comentários. Uns de total apoio, outros mais inflamados.

In Jornal de Negócios online
21 Novembro 2011 | 18:44
Carla Pedro – cpedro@negocios.pt

[aviso] - ALDRABÃO! Como se pode acreditar num completo ALDRABÃO? Ou já te esqueceste do que disseste quando derrubaste o Sócas e o que fizeste logo ganhaste o pote? Os teus filhos têm o futuro assegurado, os meus nem tanto com as políticas que tu e TODOS os teus antecessores têm tido ao longo dos últimos 30 anos! Andas a ROUBAR os pobres para encheres a pança aos da tua laia! O povo até pode ser sereno, mas olha que a serenidade acaba quando a fome chegar e essa já não tarda pelo caminho que isto está a levar! [/aviso]

E para os que ainda continuam a acreditar neste ALDRABÃO, mentindo com quantos dentes tem na boca e escrevendo estas completas FALSIDADES no “seu” Facebook, para enganar papalvo, aqui ficam as TUAS PALAVRAS, aquelas que dizias, com toda a “convicção” aos Portugueses a fim de conseguires o tão almejado POTE! EU não me esqueci, pá!

- …”Estas medidas põem o país a pão e água. Não se põe um país a pão e água por precaução.”

- …”Estamos disponíveis para soluções positivas, não para penhorar futuro tapando com impostos o que não se corta na despesa.”

- …”Aceitarei reduções nas deduções no dia em que o Governo anunciar que vai reduzir a carga fiscal às famílias.”

- …”Sabemos hoje que o Governo fez de conta. Disse que ia cortar e não cortou.”

- …”Nas despesas correntes do Estado, há 10% a 15% de despesas que podem ser reduzidas.”

- …”O pior que pode acontecer a Portugal neste momento é que todas as situações financeiras não venham para cima da mesa.”

- …”Aqueles que são responsáveis pelo resvalar da despesa têm de ser civil e criminalmente responsáveis pelos seus actos.”

- …”Vamos ter de cortar em gorduras e de poupar. O Estado vai ter de fazer austeridade, basta de aplicá-la só aos cidadãos.”

- …”Ninguém nos verá impor sacrifícios aos que mais precisam. Os que têm mais terão que ajudar os que têm menos.”

- …”Queremos transferir parte dos sacrifícios que se exigem às famílias e às empresas para o Estado.”

- …”Já estamos fartos de um Governo que nunca sabe o que diz e nunca sabe o que assina em nome de Portugal.”

- …”O Governo está-se a refugiar em desculpas para não dizer como é que tenciona concretizar a baixa da TSU com que se comprometeu no memorando.”

- …”Para salvaguardar a coesão social prefiro onerar escalões mais elevados de IRS de modo a desonerar a classe média e baixa.”

- …”Se vier a ser necessário algum ajustamento fiscal, será canalizado para o consumo e não para o rendimento das pessoas.”

- …”Se formos Governo, posso garantir que não será necessário despedir pessoas nem cortar mais salários para sanear o sistema português.”

- …”A ideia que se foi gerando de que o PSD vai aumentar o IVA não tem fundamento.”

- …”A pior coisa é ter um Governo fraco. Um Governo mais forte imporá menos sacrifícios aos contribuintes e aos cidadãos.”

- …”Não aceitaremos chantagens de estabilidade, não aceitamos o clima emocional de que quem não está caladinho não é patriota”

- …”O PSD chumbou o PEC 4 porque tem de se dizer basta: a austeridade não pode incidir sempre no aumento de impostos e no corte de rendimento.”

- …”Já ouvi o primeiro-ministro dizer que o PSD quer acabar com o 13.º mês, mas nós nunca falámos disso e é um disparate.”

- …”Como é possível manter um governo em que um primeiro-ministro mente?”
Conta do Twitter de Passos Coelho (@passoscoelho), iniciada a 6 de Março de 2010. Os tuites aqui transcritos foram publicados entre Março de 2010 e Junho de 2011 (Esta nota final foi rectificada às 19.30 de sexta-feira, 2 de Setembro) Artigo Parcial Citações de Passos Coelho antes das eleições… Comparem o que disse com o que está a fazer!!

Chegam, ou queres ainda o vídeo para não dizerem que são falsas estas tuas declarações? Aqui vai o teu “Best of 2010-2011″:

e a análise correctíssima do Miguel Portas:

Realmente pá, NÃO PASSAS DE UM FARSOLAS…!!!

E os burros somos nós?!

Mas aproveitando neste ACREDITAR ALDRABÃO, no mural do Facebook de Pedro Passos Coelho, encontrei lá esta pérola que dá que pensar e, no meio de tanta vigarice, sorrir:

Tribunal de Contas……….

Será por isso que nos estão a obrigar a apertar o cinto?????????
Estou sem palavras !!!!!!!!

AQUI VOS DEIXO ALGUNS EXEMPLOS DE DÚVIDAS QUE O TRIBUNAL DE CONTAS ENCONTROU NAS DESPESAS PÚBLICAS…

1. ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO ALENTEJO, I. P.

Aquisição de 1 armário persiana; 2 mesas de computador; 3 cadeiras c/rodízios, braços e costas altas: 97.560,00€

Eu não sei a quanto está o metro cúbico de material de escritório mas ou estes armários/mesas/cadeiras são de ouro sólido ou então não estou a ver onde é que 6 peças de mobiliário de escritório custam quase 100 000€. 2. MATOSINHOS HABIT – MH

Reparação de porta de entrada do edifício: 142.320,00 €

Alguém sabe de que é feita esta porta que custa mais do que uma casa?

3. UNIVERSIDADE DO ALGARVE – ESC. SUP. TECNOLOGIA – PROJECTO TEMPUS

Viagem aérea Faro/Zagreb e regresso a Faro, para 1 pessoa no período de 3 a 6 de Dezembro de 2008: 33.745,00 €

Segundo o site da TAP a viagem mais cara que se encontra entre Faro-Zagreb-Faro em classe executiva é de cerca de 1700€. Dá uma pequena diferença de 32 000 €. Como é que é possível???

4. MUNICÍPIO DE LAGOA

6 Kit de mala Piaggio Fly para as motorizadas do sector de águas: 106.596,00 €

Pelo vistos fazer um “Pimp My Ride” nas motorizadas do Município de Lagoa fica carote!!!

5. MUNICÍPIO DE ÍLHAVO

Fornecimento de 3 Computadores, 1 impressora de talões, 9 fones, 2 leitores ópticos: 380.666,00 €

Estes computadores devem ser mesmo especiais para terem custado cerca de 100 000€ cada….Já para não falar nos restantes acessórios.

6. MUNICÍPIO DE LAGOA

Aquisição de fardamento para a fiscalização municipal: 391.970,00€

Eu não sei o que a Polícia Municipal de Lagoa veste, mas pelos vistos deve ser Haute-Couture.

7. CÂMARA MUNICIPAL DE LOURES

VINHO TINTO E BRANCO: 652.300,00 €

Alguém me explica porque é que a Câmara Municipal de Loures precisa de mais de meio milhão de Euros em Vinho Tinto e Branco????

8. MUNICIPIO DE VALE DE CAMBRA

AQUISIÇÃO DE VIATURA LIGEIRO DE MERCADORIAS: 1.236.000,00 €

Neste contrato ficamos a saber que uma viatura ligeira de mercadorias da Renault custa cerca de 1 milhão de Euros. Impressionante…

9. CÂMARA MUNICIPAL DE SINES

Aluguer de tenda para inauguração do Museu do Castelo de Sines: 1.236.500,00 €

É interessante perceber que uma tenda custa mais ou menos o mesmo que um ligeiro de mercadorias da Renault e muito mais que uma boa casa… E eu que estava a ser tão injusto com o município de Vale de Cambra…

10. MUNICIPIO DE VALE DE CAMBRA

AQUISIÇÃO DE VIATURA DE 16 LUGARES PARA TRANSPORTE DE CRIANÇAS: 2.922.000,00 €

E mais uma pérola do Município de Vale de Cambra: uma viatura de 16 lugares para transportar crianças custa cerca de 3 milhões de Euros. Upsss, outra vez o município de Vale de Cambra…

11. MUNICÍPIO DE BEJA

Fornecimento de 1 fotocopiadora, “Multifuncional do tipo IRC3080I”, para a Divisão de Obras Municipais: 6.572.983,00 €

Este contrato público é um dos mais vergonhosos que se encontra neste site. Uma fotocopiadora que custa normalmente 7,698.42€ foi comprada por mais de 6,5 milhões de Euros. E ninguém vai preso por porcarias como esta?

COMO É POSSÍVEL NÃO ESTARMOS EM CRISE?

COMO DIZ SÓCRATES, É DIFÍCIL CORTAR NAS DESPESAS PÚBLICAS…

NOTA-SE…

ACABÁMOS DE VER ALGUNS EXEMPLOS…

Passos Coelho pede aos portugueses que não deixem de acreditar

Numa mensagem no seu mural do Facebook, o primeiro-ministro apela aos sacrifícios e diz que este é o momento de “reescrever o futuro dos nossos filhos”.

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, dirigiu-se hoje aos portugueses no Facebook, respondendo muito especialmente a uma mensagem no seu mural de uma portuguesa que já só “toma um banho por semana”, mas que, ainda assim, não consegue equilibrar as suas finanças.

Passos Coelho não dá soluções a Ana Isabel Albergaria. Ou melhor, responde-lhe com um outro post, de Richard Warrell, morador em Oeiras e filho de mãe portuguesa. Chegará?

O chefe de governo começa por dizer que o seu mural do Facebook tem recebido milhares de mensagens, vindo de portugueses de todo o mundo, sendo-lhe impossível acompanhar todos eles. No entanto, a sua equipa faz-lhe chegar muitos desses “posts” e é com base em dois testemunhos que Passos Coelho escreveu uma resposta.

“Desde que anunciei, no dia 13 de Outubro, as medidas mais duras do Orçamento de Estado para 2012, muitas têm sido as mensagens de frustração ou desespero que li nesta página. Mensagens como a da Ana Isabel Albergaria”, diz o primeiro-ministro.

E o que dizia Ana Isabel? “Exmo sr. primeiro-ministro. Votei no senhor e ainda acredito que está a fazer o melhor que pode e sabe. Preciso muito da sua ajuda. É sobre o meu orçamento familiar. Até aqui o ordenado nunca chegava ao fim do mês. Era com os subsídios de natal e férias que eu conseguia equilibrar as finanças, pagar seguros, contribuições, IRS ou outra despesa extraordinária, como um par de óculos. Já cortei tudo… (…) Tomo banho só uma vez por semana, só acendo uma lâmpada, dispensei a mulher-a-dias, só saio no carro em casos extremos. Não sei mais onde cortar e o dinheiro não chega. Por favor diga-me o que hei-de fazer para poder continuar a pagar as obrigações ao Estado. Estou desesperada. Agradeço que me ajude e dê sugestões de como equilibrar as minhas finanças”.

Passos Coelho responde-lhe: “Como a Ana Isabel, muitos de vocês estão assustados com o desafio que temos de enfrentar. Mas acredito também que, por mais que estes sacrifícios nos custem, sabemos hoje que não podemos mais fechar os olhos aos erros do passado. O momento de rescrever o futuro dos nossos filhos é agora e eu acredito que vamos consegui-lo”.

E prossegue: “Felizmente tenho descoberto também nesta plataforma que muitos são os Portugueses que acreditam. Homens e mulheres inspiradores que não baixam os braços. E usando as palavras de um deles – um redactor de Oeiras chamado Richard Warrell, filho de mãe portuguesa, que escreveu ‘Chega. Chegou a minha hora. Vou acordar todos os dias e vou pensar no que vou fazer hoje para que amanhã seja melhor. Vou gastar menos em coisas supérfluas e mostrar aos meus filhos que é assim que deve ser. Vou educá-los de maneira a não caírem nos mesmos erros da minha geração e das anteriores. Esse será o meu legado e o melhor que todos podemos fazer. Estamos a desperdiçar o presente. Asseguremos o futuro. Por mim, o fim acaba aqui. Este barco não vai ao fundo’”.

É recorrendo à mensagem de Richard Warrell que Passos Coelho espera que Ana Isabel consiga “dar a volta por cima”. “À Ana Isabel, ao Richard e a todos os que aqui escrevem diariamente peço que não deixem de acreditar”, apela.

“As dificuldades existem e têm de ser enfrentadas. Mas vale a pena enfrentá-las e ganhar força para as ultrapassar. Trata-se também de uma oportunidade para fazermos as coisas de modo diferente para futuro. Estaremos não apenas a corrigir erros do passado mas sobretudo a construir uma perspectiva de futuro bem mais digna para os nossos filhos e para nós próprios”, conclui o primeiro-ministro no seu mural no Facebook, acrescentando que “Juntos, com trabalho, vamos conseguir”.

Uma hora depois de colocar o seu “post”, Pedro Passos Coelho tinha 782 “likes” e 287 comentários. Uns de total apoio, outros mais inflamados.

In Jornal de Negócios online
21 Novembro 2011 | 18:44
Carla Pedro – cpedro@negocios.pt

[aviso] - ALDRABÃO! Como se pode acreditar num completo ALDRABÃO? Ou já te esqueceste do que disseste quando derrubaste o Sócas e o que fizeste logo ganhaste o pote? Os teus filhos têm o futuro assegurado, os meus nem tanto com as políticas que tu e TODOS os teus antecessores têm tido ao longo dos últimos 30 anos! Andas a ROUBAR os pobres para encheres a pança aos da tua laia! O povo até pode ser sereno, mas olha que a serenidade acaba quando a fome chegar e essa já não tarda pelo caminho que isto está a levar! [/aviso]

E para os que ainda continuam a acreditar neste ALDRABÃO, mentindo com quantos dentes tem na boca e escrevendo estas completas FALSIDADES no “seu” Facebook, para enganar papalvo, aqui ficam as TUAS PALAVRAS, aquelas que dizias, com toda a “convicção” aos Portugueses a fim de conseguires o tão almejado POTE! EU não me esqueci, pá!

- …”Estas medidas põem o país a pão e água. Não se põe um país a pão e água por precaução.”

- …”Estamos disponíveis para soluções positivas, não para penhorar futuro tapando com impostos o que não se corta na despesa.”

- …”Aceitarei reduções nas deduções no dia em que o Governo anunciar que vai reduzir a carga fiscal às famílias.”

- …”Sabemos hoje que o Governo fez de conta. Disse que ia cortar e não cortou.”

- …”Nas despesas correntes do Estado, há 10% a 15% de despesas que podem ser reduzidas.”

- …”O pior que pode acontecer a Portugal neste momento é que todas as situações financeiras não venham para cima da mesa.”

- …”Aqueles que são responsáveis pelo resvalar da despesa têm de ser civil e criminalmente responsáveis pelos seus actos.”

- …”Vamos ter de cortar em gorduras e de poupar. O Estado vai ter de fazer austeridade, basta de aplicá-la só aos cidadãos.”

- …”Ninguém nos verá impor sacrifícios aos que mais precisam. Os que têm mais terão que ajudar os que têm menos.”

- …”Queremos transferir parte dos sacrifícios que se exigem às famílias e às empresas para o Estado.”

- …”Já estamos fartos de um Governo que nunca sabe o que diz e nunca sabe o que assina em nome de Portugal.”

- …”O Governo está-se a refugiar em desculpas para não dizer como é que tenciona concretizar a baixa da TSU com que se comprometeu no memorando.”

- …”Para salvaguardar a coesão social prefiro onerar escalões mais elevados de IRS de modo a desonerar a classe média e baixa.”

- …”Se vier a ser necessário algum ajustamento fiscal, será canalizado para o consumo e não para o rendimento das pessoas.”

- …”Se formos Governo, posso garantir que não será necessário despedir pessoas nem cortar mais salários para sanear o sistema português.”

- …”A ideia que se foi gerando de que o PSD vai aumentar o IVA não tem fundamento.”

- …”A pior coisa é ter um Governo fraco. Um Governo mais forte imporá menos sacrifícios aos contribuintes e aos cidadãos.”

- …”Não aceitaremos chantagens de estabilidade, não aceitamos o clima emocional de que quem não está caladinho não é patriota”

- …”O PSD chumbou o PEC 4 porque tem de se dizer basta: a austeridade não pode incidir sempre no aumento de impostos e no corte de rendimento.”

- …”Já ouvi o primeiro-ministro dizer que o PSD quer acabar com o 13.º mês, mas nós nunca falámos disso e é um disparate.”

- …”Como é possível manter um governo em que um primeiro-ministro mente?”
Conta do Twitter de Passos Coelho (@passoscoelho), iniciada a 6 de Março de 2010. Os tuites aqui transcritos foram publicados entre Março de 2010 e Junho de 2011 (Esta nota final foi rectificada às 19.30 de sexta-feira, 2 de Setembro) Artigo Parcial Citações de Passos Coelho antes das eleições… Comparem o que disse com o que está a fazer!!

Chegam, ou queres ainda o vídeo para não dizerem que são falsas estas tuas declarações? Aqui vai o teu “Best of 2010-2011″:

e a análise correctíssima do Miguel Portas:

Realmente pá, NÃO PASSAS DE UM FARSOLAS…!!!

E os burros somos nós?!

Mas aproveitando neste ACREDITAR ALDRABÃO, no mural do Facebook de Pedro Passos Coelho, encontrei lá esta pérola que dá que pensar e, no meio de tanta vigarice, sorrir:

Tribunal de Contas……….

Será por isso que nos estão a obrigar a apertar o cinto?????????
Estou sem palavras !!!!!!!!

AQUI VOS DEIXO ALGUNS EXEMPLOS DE DÚVIDAS QUE O TRIBUNAL DE CONTAS ENCONTROU NAS DESPESAS PÚBLICAS…

1. ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO ALENTEJO, I. P.

Aquisição de 1 armário persiana; 2 mesas de computador; 3 cadeiras c/rodízios, braços e costas altas: 97.560,00€

Eu não sei a quanto está o metro cúbico de material de escritório mas ou estes armários/mesas/cadeiras são de ouro sólido ou então não estou a ver onde é que 6 peças de mobiliário de escritório custam quase 100 000€. 2. MATOSINHOS HABIT – MH

Reparação de porta de entrada do edifício: 142.320,00 €

Alguém sabe de que é feita esta porta que custa mais do que uma casa?

3. UNIVERSIDADE DO ALGARVE – ESC. SUP. TECNOLOGIA – PROJECTO TEMPUS

Viagem aérea Faro/Zagreb e regresso a Faro, para 1 pessoa no período de 3 a 6 de Dezembro de 2008: 33.745,00 €

Segundo o site da TAP a viagem mais cara que se encontra entre Faro-Zagreb-Faro em classe executiva é de cerca de 1700€. Dá uma pequena diferença de 32 000 €. Como é que é possível???

4. MUNICÍPIO DE LAGOA

6 Kit de mala Piaggio Fly para as motorizadas do sector de águas: 106.596,00 €

Pelo vistos fazer um “Pimp My Ride” nas motorizadas do Município de Lagoa fica carote!!!

5. MUNICÍPIO DE ÍLHAVO

Fornecimento de 3 Computadores, 1 impressora de talões, 9 fones, 2 leitores ópticos: 380.666,00 €

Estes computadores devem ser mesmo especiais para terem custado cerca de 100 000€ cada….Já para não falar nos restantes acessórios.

6. MUNICÍPIO DE LAGOA

Aquisição de fardamento para a fiscalização municipal: 391.970,00€

Eu não sei o que a Polícia Municipal de Lagoa veste, mas pelos vistos deve ser Haute-Couture.

7. CÂMARA MUNICIPAL DE LOURES

VINHO TINTO E BRANCO: 652.300,00 €

Alguém me explica porque é que a Câmara Municipal de Loures precisa de mais de meio milhão de Euros em Vinho Tinto e Branco????

8. MUNICIPIO DE VALE DE CAMBRA

AQUISIÇÃO DE VIATURA LIGEIRO DE MERCADORIAS: 1.236.000,00 €

Neste contrato ficamos a saber que uma viatura ligeira de mercadorias da Renault custa cerca de 1 milhão de Euros. Impressionante…

9. CÂMARA MUNICIPAL DE SINES

Aluguer de tenda para inauguração do Museu do Castelo de Sines: 1.236.500,00 €

É interessante perceber que uma tenda custa mais ou menos o mesmo que um ligeiro de mercadorias da Renault e muito mais que uma boa casa… E eu que estava a ser tão injusto com o município de Vale de Cambra…

10. MUNICIPIO DE VALE DE CAMBRA

AQUISIÇÃO DE VIATURA DE 16 LUGARES PARA TRANSPORTE DE CRIANÇAS: 2.922.000,00 €

E mais uma pérola do Município de Vale de Cambra: uma viatura de 16 lugares para transportar crianças custa cerca de 3 milhões de Euros. Upsss, outra vez o município de Vale de Cambra…

11. MUNICÍPIO DE BEJA

Fornecimento de 1 fotocopiadora, “Multifuncional do tipo IRC3080I”, para a Divisão de Obras Municipais: 6.572.983,00 €

Este contrato público é um dos mais vergonhosos que se encontra neste site. Uma fotocopiadora que custa normalmente 7,698.42€ foi comprada por mais de 6,5 milhões de Euros. E ninguém vai preso por porcarias como esta?

COMO É POSSÍVEL NÃO ESTARMOS EM CRISE?

COMO DIZ SÓCRATES, É DIFÍCIL CORTAR NAS DESPESAS PÚBLICAS…

NOTA-SE…

ACABÁMOS DE VER ALGUNS EXEMPLOS…

Ex-deputado tem pensão vitalícia

Regalia

Duarte Lima foi eleito para o Parlamento em 1983. Esteve aí quase 12 anos seguidos

Antigo líder parlamentar do PSD recebe valor desde 1995, quando tinha 39 anos.

»»» alguns comentários do online:

- O que é preciso para ter estas pensões? fico tão confusa que não entendo nada,só sei que quando chegam os papelitos das finanças é que percebo para onde vai o nosso dinheiro… Pª malandrinhos de gravata E BEM RICOS!!

- para quando redução dos deputados para metade e fim das escandalosas pensões vitalícias? Ou será que isto só lá vai com um esquadrão da morte para começar a eliminar estes parasitas?

- MAIS UM “DEMOCRATA” SAÍDO DO 25 DE ABRIL, DAQUELES QUE DIABOLIZAM SALAZAR E MARCELO CAETANO. Os “democratas” esquecem-se de dizer que estes “fascistas” viveram e morreram sem ENRIQUECEREM. Afinal quem são os maus???

- por isso e que nos estamos assim qualquer dia tiram-nos aquele ja falta pouco para isso a minha mãe teve que trabalhar ate 65 anos para ter 200 isto e uma vergonha os nossos politicos

- DR. PASSOS COELHO, ESTE SR. JÁ PREJUDICOU PORTUGAL EM DEMASIA, ELE E OUTROS COMO ELE, NÃO TEM DIREITO A RECEBER A REFERIDA PENSÃO. NÃO NOS DESILUDA DR. SEJA JUSTO EM NOME DO POVO PORTUGUÊS. JÁ TEM DINHEIRO QUE CHEGUE.

- E pedem os políticos sacrifícios aos trabalhadores do estado e do privado,tenham vergonha.

- INACEITÁVEL, eu tenho 61 anos, trabalhei desde os 11 e sou muito nova para me reformar. Efectuei descontos em Moçambique, Suiça e Portugal, mesmo assim não chega. Viva a Política e os políticos.

- ACABEM RAPIDAMENTE COM AS PENSÕES VITALÍCIAS EM VIGOR. QUEM AS RECEBE JÁ É O RICO O SUFICIENTE PARA AS DEIXAR DE RECEBER.

- Estão a ver pra onde vai o dinheiro dos nossos impostos? Claro, depois não sobra nada pra quem precisa!

- Só me apetece dizer uma coisa VERGONHA, como é possível que nós estejamos todos a pagar os roubos destes políticos parasitas, e ainda lhes pagamos pensões. Rua com estes políticos corruptos, esta cambada de ladrões.

- Já não bastou aquilo que andou a fazer como ainda tem uma pensão vitalicia, tenham dó daqueles que se fartam de trabalhar e nada teem

- não chega o que nos roubou e ainda lhe pagamos a ele e aos outros tachistas a maldita pensão vitalicia.Salazar dorme descansado que senão dava-te o fanico

- É para estas mordomias que nos tiram o pouco que temos?!…

- Que politicas da imoralidade! Digam, esses mesmos, ao povo que se devem reformar aos 67 anos…que nós, assim, até podemos confiar neles…! …De onde saem grandes corruptos, ladrões, e pelos vistos…até assassinos…!

- ainda vão continuar a pagar depois e ter lesado o estado . devia ter de devolver tudo o que reçebeu ate hoje .

- Bem pode agradecer ao primeiro ministro de então que defendia que era necessário pagar bem para se ter detentores de cargos públicos de qualidade. E são muitos que arruinaram este País e saíram uns bons cérebros. E agora

- NESTE PAÍS DE CORRUPTOS FAZEM AS LEIS PARA OS PROTEGER. TODOS OS PORTUGUESES PAGAM IMPOSTOS PARA MANTER ESTE ESTADO DE COISAS.

- viva a republica portuguesa

- o estado aos ricos da pensões vitalicias e aos pobres tira o pouco que tem , falta em portugal uma eta ai eles andavam na linha

- COITADO! Recebe a pensão desde os 39 anos! Eu vou fazer 62 no próximo mês,não me deram o prolongamento do subsídio de desemprego por o meu marido ganhar 700 e poucos € e somos 3 adultos a viver e não me dão reforma.

- AINDA FALAM DOS GREGOS!!!!!! SOMOS UMA VERGONHA, UMA NÓDOA!!!!

- claro neste país uma porcaria de um deputado tem reforma sem fazer nenhum, eu como tive um cancro e melhorei recusaram-me a reforma mesmo, tendo ficado com sequelas grave. Posso provar

- para estes nunca falta dinheiro e não é pouco

In Correio da Manhã online
19/11/2011 |01h00
Por:António Sérgio Azenha

E os burros somos nós?!

Ex-deputado tem pensão vitalícia

Regalia

Duarte Lima foi eleito para o Parlamento em 1983. Esteve aí quase 12 anos seguidos

Antigo líder parlamentar do PSD recebe valor desde 1995, quando tinha 39 anos.

»»» alguns comentários do online:

- O que é preciso para ter estas pensões? fico tão confusa que não entendo nada,só sei que quando chegam os papelitos das finanças é que percebo para onde vai o nosso dinheiro… Pª malandrinhos de gravata E BEM RICOS!!

- para quando redução dos deputados para metade e fim das escandalosas pensões vitalícias? Ou será que isto só lá vai com um esquadrão da morte para começar a eliminar estes parasitas?

- MAIS UM “DEMOCRATA” SAÍDO DO 25 DE ABRIL, DAQUELES QUE DIABOLIZAM SALAZAR E MARCELO CAETANO. Os “democratas” esquecem-se de dizer que estes “fascistas” viveram e morreram sem ENRIQUECEREM. Afinal quem são os maus???

- por isso e que nos estamos assim qualquer dia tiram-nos aquele ja falta pouco para isso a minha mãe teve que trabalhar ate 65 anos para ter 200 isto e uma vergonha os nossos politicos

- DR. PASSOS COELHO, ESTE SR. JÁ PREJUDICOU PORTUGAL EM DEMASIA, ELE E OUTROS COMO ELE, NÃO TEM DIREITO A RECEBER A REFERIDA PENSÃO. NÃO NOS DESILUDA DR. SEJA JUSTO EM NOME DO POVO PORTUGUÊS. JÁ TEM DINHEIRO QUE CHEGUE.

- E pedem os políticos sacrifícios aos trabalhadores do estado e do privado,tenham vergonha.

- INACEITÁVEL, eu tenho 61 anos, trabalhei desde os 11 e sou muito nova para me reformar. Efectuei descontos em Moçambique, Suiça e Portugal, mesmo assim não chega. Viva a Política e os políticos.

- ACABEM RAPIDAMENTE COM AS PENSÕES VITALÍCIAS EM VIGOR. QUEM AS RECEBE JÁ É O RICO O SUFICIENTE PARA AS DEIXAR DE RECEBER.

- Estão a ver pra onde vai o dinheiro dos nossos impostos? Claro, depois não sobra nada pra quem precisa!

- Só me apetece dizer uma coisa VERGONHA, como é possível que nós estejamos todos a pagar os roubos destes políticos parasitas, e ainda lhes pagamos pensões. Rua com estes políticos corruptos, esta cambada de ladrões.

- Já não bastou aquilo que andou a fazer como ainda tem uma pensão vitalicia, tenham dó daqueles que se fartam de trabalhar e nada teem

- não chega o que nos roubou e ainda lhe pagamos a ele e aos outros tachistas a maldita pensão vitalicia.Salazar dorme descansado que senão dava-te o fanico

- É para estas mordomias que nos tiram o pouco que temos?!…

- Que politicas da imoralidade! Digam, esses mesmos, ao povo que se devem reformar aos 67 anos…que nós, assim, até podemos confiar neles…! …De onde saem grandes corruptos, ladrões, e pelos vistos…até assassinos…!

- ainda vão continuar a pagar depois e ter lesado o estado . devia ter de devolver tudo o que reçebeu ate hoje .

- Bem pode agradecer ao primeiro ministro de então que defendia que era necessário pagar bem para se ter detentores de cargos públicos de qualidade. E são muitos que arruinaram este País e saíram uns bons cérebros. E agora

- NESTE PAÍS DE CORRUPTOS FAZEM AS LEIS PARA OS PROTEGER. TODOS OS PORTUGUESES PAGAM IMPOSTOS PARA MANTER ESTE ESTADO DE COISAS.

- viva a republica portuguesa

- o estado aos ricos da pensões vitalicias e aos pobres tira o pouco que tem , falta em portugal uma eta ai eles andavam na linha

- COITADO! Recebe a pensão desde os 39 anos! Eu vou fazer 62 no próximo mês,não me deram o prolongamento do subsídio de desemprego por o meu marido ganhar 700 e poucos € e somos 3 adultos a viver e não me dão reforma.

- AINDA FALAM DOS GREGOS!!!!!! SOMOS UMA VERGONHA, UMA NÓDOA!!!!

- claro neste país uma porcaria de um deputado tem reforma sem fazer nenhum, eu como tive um cancro e melhorei recusaram-me a reforma mesmo, tendo ficado com sequelas grave. Posso provar

- para estes nunca falta dinheiro e não é pouco

In Correio da Manhã online
19/11/2011 |01h00
Por:António Sérgio Azenha

E os burros somos nós?!

“É preciso que todos trabalhem mais”

Diz ministro da Economia

Ministro da Economia afirmou esta sexta-feira que o tecido empresarial português está a reinventar-se

O ministro da Economia afirmou esta sexta-feira que o tecido empresarial português está a reinventar-se, mas que todos terão que trabalhar mais para superar a crise e ninguém pode sentir-se descansado.

As declarações de Álvaro Santos Pereira foram preferidas após uma visita a três empresas de Oliveira de Azeméis – à fábrica da Simoldes, à unidade de plásticos Polisport e à empresa do designer de calçado Luís Onofre -, onde o governante afirmou: “Estas empresas mostram como o País se está a reinventar. Sectores como o calçado, o têxtil e os moldes são verdadeiros campeões nacionais, que nos orgulham e mostram que em Portugal existe uma revolução silenciosa a acontecer na indústria portuguesa e que as empresas estão cada vez mais a apostar na internacionalização e em produtos de alto valor acrescentado.”

O ministro garante, contudo, isso implicará mais esforço. “Todos vamos ter que trabalhar mais – não há o mínimo de dúvidas sobre isso”, assegura.

“Num momento de sacrifícios e dificuldades, temos que tomar consciência de que só trabalhando mais, só arregaçando as mangas e só empenhando-nos em mais trabalho, mais dinamismo, mais inovação e mais empreendedorismo é que sairemos da crise nacional”.

Álvaro Santos Pereira defende que, “mais do que subsídios e ajudas do Governo, as empresas precisam que o Estado as ajude a ter melhores condições de negócio e de investimento”, mas considera que, mesmo estando reunidos todos esses factores, o alerta se justifica. “Nunca podemos ficar descansados”, diz o governante.

“No mundo altamente competitivo que temos, com a crise internacional que vivemos e com a crise nacional em que estamos, nunca podemos baixar os braços – nem o Governo, nem as empresas, nem as famílias, nem ninguém lá em casa”.

Quanto ao número de horas adicionais não remuneradas que esse esforço poderá vir a representar no horário laboral de cada trabalhador, o ministro da Economia argumenta que, “mais do que falar em X número de horas, o que interessa é criar condições para esse X número de horas ser utilizado de forma racional e competitiva, de forma a que as empresas possam produzir e exportar mais, para saírem da crise actual”.

“As empresas dizem sempre que uma das principais coisas que querem é flexibilidade”, explica o governante. “A proposta de meia hora adicional por dia está a ser discutida em sede de concertação social – onde o Governo está com espírito de diálogo, para ouvir os seus parceiros -, mas também sabemos que este tipo de medidas é importante para aumentar a competitividade da economia portuguesa e tudo faremos para ter empresas mais fortes, porque sem empresas não há emprego”.

»»» alguns comentários do online:

- AHAHAHAHAHA O RONALDO QUE PAGUE A CRISE AHAHAHAHAHHAHH

- se nao andassem a comprar bons carros e boas casas e roupa cara a custa do povo o pais nao estava assim concerteza!!!

- Trabalhar mais ? Para qué ? Deve ser para engordar ainda mais os politicoa.

- Já vieste do Canadá para fugir ao trabalho,agora que estás na equipa dos que não fazem nada já mandas trabalhar,vai para a construção e diz para trabalhar mais 30m,já agora coloca um operario de 65anos nos andaimes

- O Sr. ministro também deve trabalhar muito!Este senhor que veio do Canada para Portugal com um bom tacho.Que poupe mas é mais.E não ande para aqui e para ali de cu sentado num bom carro topo de gama. Ele e os outros!!!

- Mas..trabalhar mais porquê?Se já foi dito que quando chegar á minha idade da reforma, essa já nem vou vê-la!Faco-lhes mas é um manguito corja inutil!Devem mas é cortar nas reformas deles isso sim, pôr tecto de 1700euros.

- Entao este ministro que ”arregace” as mangas, junte a fmilia dele toda que eu arranjo umas obras pr les fazerem,….

- Falar de facto é fácil fazer é que é difícil,arranjem mas é politicas para fomentar o emprego que a maioria das pessoas quer trabalhar e não tem como.

- Ok. Para vender a quem? Se nos estão a tirar o dinheiro todo, se está a pensar na exportação e os outros fizerem o que nos pedem estes, para só consumir produtos originais vamos vender a quem? Ao car. OK

- A começar por os políticos !

- o estado tem é q gastar menos e não o povo a trabalhar mais!!

In Correio da Manhã online
04/11/2011 | 19h51

[aviso]- Trabalhar mais? E se fosses mandar trabalhar os porcos na tua terra pá? Andamos a trabalhar para a engorda dos pançudos do regime! Para andarem por Paris a tirarem “cursos” de filosofia! A pagarmos BPN’s, buracos da Madeira e quejandos? A pagarmos salários sumptuosos, múltiplas reformas milionárias e mordomias a deputados, governantes, políticos, ex-governantes, ex-deputados, ex-políticos! Carros de luxo, passeatas, jantaradas e almoçaradas! Mas ainda tens lata de mandar-nos trabalhar pá? Sabes lá o que é trabalhar…!  [/aviso]

Líderes europeus “convidam” Portugal a disponibilizar-se para mais austeridade

jean-Claude Juncker # foto JOHN THYS/AFP

A declaração final da cimeira de líderes da zona euro elogia o trabalho que Portugal está a fazer no programa de ajustamento económico e “convida” Lisboa a manter os esforços e a estar preparada para adoptar novas medidas, se necessário.

A declaração elogia o esforço de Portugal e da Irlanda no cumprimento dos programas de ajustamento ao abrigo da ajuda externa, e “convida os dois países a manter os seus esforços, a manterem-se comprometidos com as metas acordadas e estarem dispostos a tomar quaisquer medidas adicionais necessárias para atingir essas metas”.

A declaração diz ainda que “Portugal está a fazer progressos positivos no seu programa e está determinado em continuar a levar a cabo medidas que suportem a sustentabilidade orçamental e melhorar a competitividade”.

Os líderes europeus e da zona euro chegaram a acordo, esta madrugada, sobre um novo plano para reduzir a dívida grega e atribuir a Atenas um novo plano de resgate, entre outras medidas.

O novo plano prevê que a banca aceite perdas de 50% nos investimentos na dívida soberana grega, medida que os negociadores da banca, o Instituto Financeiro Internacional (IFI), que representa as instituições, vai ter agora de fazer cumprir pelos bancos individuais.

O presidente do Conselho Europeu, Van Rompuy, anunciou também, em conferência de imprensa, que a zona euro e o Fundo Monetário Internacional – que têm vindo a auxiliar o país desde maio de 2010 – vão atribuir a Atenas mais 100 mil milhões de euros, um pouco abaixo dos 110 mil milhões que os 17 Estados da zona euro tinham acordado na cimeira de Julho.

A declaração, a que os líderes da zona euro chegaram após uma maratona negocial que terminou cerca das 4 horas de Bruxelas (3 horas em Lisboa), anuncia também o acordo quanto ao Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEF), o fundo de resgate da moeda única.

O FEEF passa a poder fornecer uma protecção de eventuais perdas aos investidores que comprem nova dívida soberana que os 17 países da zona euro emitam.

“A compra deste seguro contra risco será oferecida aos investidores privados como opção, quando comprarem dívida no mercado primário”, diz a declaração.

A outra opção para alavancar o poder de intervenção do fundo passa por “maximizar o sistema de financiamento do FEEF com uma combinação de recursos de instituições financeiras públicas e privadas, que podem ser conseguidas através de veículos de titularização”.

“Isto aumentará a quantidade de recursos disponíveis para prolongar empréstimos, para recapitalizar os bancos e para comprar obrigações nos mercados primário e secundário”, acrescenta a declaração.

O documento permite também ao FEEF utilizar as duas opções em simultâneo, dependendo das circunstâncias do mercado ou do objectivo a atingir.

In Jornal de Notícias online
27/10/2011 | 09h55m

[aviso]- Será que estes bardamerdas sabem quanto é o SALÁRIO MÍNIMO PORTUGUÊS? A Grécia fez revolta, perdoaram-lhe a dívida em metade do seu valor. Portugal está a cumprir ainda mais do que foi pedido pelos colonialistas troikanos e ainda nos querem impingir mais austeridade??? Mas que merda é esta, pá? Em que país de cobardolas nos tornámos? [/aviso]

Pensões vitalícias: quem ganha e quanto ganha

Faz sentido pagar subvenções vitalícias aos ex-políticos que trabalham em empresas privadas? PSD e CDS querem cortar estas pensões aos políticos que estejam a trabalhar no sector privado, tal como já acontece com aqueles que trabalham para o Estado. Concorda? Visite o gráfico animado e dê-nos a sua opinião.

Os deputados Duarte Pacheco e João Almeida querem que os ex-políticos que são remunerados pelo seu trabalho em empresas privadas deixem de receber subvenções vitalícias. A ideia é estender ao sector privado uma norma que já vigora para o sector público.

“Se um ex-político com uma subvenção vitalícia, professor de carreira, sair da política para voltar a dar aulas, poderá acumular a subvenção com o ordenado de professor se der aulas numa escola privada. Mas se for numa pública já não pode acumular os dois rendimentos”, exemplificou Duarte Pacheco, em declarações ao “Diário de Notícias”.

Criadas pelo Bloco Central e extintas por José Sócrates em 2005, o pagamento de subvenções vitalícias volta a estar na ordem do dia, numa altura em que uma investigação do jornalista António Sérgio Azenha, revelou o crescimento exponencial dos rendimentos de alguns políticos antes e depois de passarem pelo Governo.

In Expresso online
Carlos Paes (infografia)
19:21 Segunda feira, 24 de Outubro de 2011

[aviso]- Que carinhas tão felizes… Enquanto a maioria do povo passa fome, estes continuam a encher o bandulho… Que rebentem, porra! [/aviso]

Pensões vitalícias: quem ganha e quanto ganha

Faz sentido pagar subvenções vitalícias aos ex-políticos que trabalham em empresas privadas? PSD e CDS querem cortar estas pensões aos políticos que estejam a trabalhar no sector privado, tal como já acontece com aqueles que trabalham para o Estado. Concorda? Visite o gráfico animado e dê-nos a sua opinião.

Os deputados Duarte Pacheco e João Almeida querem que os ex-políticos que são remunerados pelo seu trabalho em empresas privadas deixem de receber subvenções vitalícias. A ideia é estender ao sector privado uma norma que já vigora para o sector público.

“Se um ex-político com uma subvenção vitalícia, professor de carreira, sair da política para voltar a dar aulas, poderá acumular a subvenção com o ordenado de professor se der aulas numa escola privada. Mas se for numa pública já não pode acumular os dois rendimentos”, exemplificou Duarte Pacheco, em declarações ao “Diário de Notícias”.

Criadas pelo Bloco Central e extintas por José Sócrates em 2005, o pagamento de subvenções vitalícias volta a estar na ordem do dia, numa altura em que uma investigação do jornalista António Sérgio Azenha, revelou o crescimento exponencial dos rendimentos de alguns políticos antes e depois de passarem pelo Governo.

In Expresso online
Carlos Paes (infografia)
19:21 Segunda feira, 24 de Outubro de 2011

[aviso]- Que carinhas tão felizes… Enquanto a maioria do povo passa fome, estes continuam a encher o bandulho… Que rebentem, porra! [/aviso]

“Só vamos sair desta situação empobrecendo”

Passos Coelho advertiu hoje para a inevitabilidade de no sector público, mas também no privado, se terem de cortar custos, o que significará salários e níveis de vida mais baixos.

O primeiro-ministro admitiu abertamente esta manhã que Portugal só vai conseguir ultrapassar a crise em que mergulhou mediante uma redução de custos, para permitir reduzir a dívida pública mas também a privada, que levará a um empobrecimento “relativo e até absoluto” da sociedade portuguesa.

Falando numa conferência organizada pelo “Diário Económico”, Pedro Passos Coelho advertiu que “só vamos sair desta situação empobrecendo em termos relativos e mesmo em termos absolutos, porque o PIB está a cair”.

O primeiro-ministro insistiu, porém, que essa é uma etapa inevitável para que o país possa ser relançado numa trajectória de crescimento económico.

“Estamos a fazer isso para relançar o crescimento e não para ficar no ‘buraco do orçamento’. O que estamos a fazer é para sair da recessão, não é para agravar a recessão”.

Passos Coelho assegurava que esse é o objectivo último do Governo depois de terem explicado as três razões que levaram o Executivo a optar por cortar salários e subsídios no sector público, em vez que agravar a fiscalidade sobre todos os portugueses.

In Negócios online
25 Outubro 2011 | 13:00
Eva Gaspar – egaspar@negocios.pt

[aviso]- «… mediante uma redução de custos, para permitir reduzir a dívida pública mas também a privada, que levará a um empobrecimento “relativo e até absoluto” da sociedade portuguesa.» Um empobrecimento relativo e até absoluto…??? Mas este garoto sabe o que diz, ou antes, pensa no que diz? Se é relativo não pode ser absoluto, pá! Que merda de curso foi esse em “economia”? Mas tirando esta parte de sentido das palavras, este tipo quando afirma que o empobrecimento será ABSOLUTO e não RELATIVO, continua a colocar de fora os marmanjos como ele da classe política, dos ex-tudo-que-por-aí-andam a mamar às nossas custas, dos barões e baronesas, dos banqueiros, dos pançudos do regime (e contra o regime porque o que esses gajos querem é mamar)… Isto vai acabar mal… muito mal mesmo…! [/aviso]

Os ex-políticos que acumulam pensões

Há vários ex-políticos a trabalhar no privado que requereram a subvenção vitalícia.

Há vários ex-políticos, de todos os quadrantes políticos, no mundo empresarial que requereram a subvenção vitalícia. Os valores indicados foram inicialmente atribuídos mas poderão ter sido actualizados ao longo das legislaturas.

Álvaro Barreto
Ganha 3.400 euros mensais
Cargo actual – Reformado com funções não executivas, nomeadamente na Tejo Energia
Cargo anterior – Ministro de várias pastas

Zita Seabra
Ganha 3.000 euros mensais
Cargo actual – Presidente da administração da Alêtheia Editores
Cargo anterior – Deputada do PCP e do PSD

Joaquim Ferreira do Amaral
Ganha 3.000 euros mensais
Cargo actual – Membro não-executivo da Administração da Lusoponte
Cargo anterior – Ministro do Comércio e Turismo

Jorge Coelho
Ganha 2.400 euros mensais
Cargo actual -Presidente da Comissão Executiva da Mota-Engil
Cargo anterior – Foi deputado e ministro adjunto e das Obras Públicas

Ângelo Correia
Ganha 2.200 euros mensais
Cargo actual – Presidente do Grupo Fomentinvest da Lusitaniagás
Cargo anterior – Deputado e ministro da Administração Interna

Duarte Lima
Ganha 2.200 euros mensais
Cargo actual – Advogado na área de gestão de fortunas
Cargo anterior – Deputado, antigo líder parlamentar do PSD

Rui Gomes da Silva
Ganha 2.100 euros mensais
Cargo actual – Advogado e vice-presidente do Benfica
Cargo anterior – Deputado, ministro dos Assuntos Parlamentares

Armando Vara
Ganha 2.000 euros actuais
Cargo actual – Presidente da Camargo Corrêa
Cargo anterior – Deputado, ministro da Juventude e membro do Conselho de Administração da Caixa Geral de Depósitos

António Vitorino
Ganha 2.000 euros mensais
Cargo actual – Advogado na área de negócios
Cargo anterior – Deputado, eurodeputado, comissário europeu e ministro da Defesa

Dias Loureiro
Ganha 1.700 euros
Cargo actual – Ex-gestor da SLN, detentora do BPN
Cargo anterior – Deputado e ministro dos Assuntos Parlamentares e da Administração Interna

Bagão Félix
Ganha 1.000 euros mensais
Cargo actual – Professor catedrático da Universidade Lusíada e gestor
Cargo anterior – Deputado e ministro das Finanças

In Dinheiro Vivo online
24/10/2011 | 09:36

Gestores de topo com pensão vitalícia para ex-políticos

Mais de 400 ex-políticos de todos os quadrantes, à excepção do BE, ainda beneficiam desta benesse que foi revogada em 2005 pelo PS.

A possibilidade de se acumularem subvenções vitalícias com vencimentos no sector privado faz com que gestores de topo beneficiem ainda daquela benesse. Casos de Jorge Coelho, Manuel Dias Loureiro, Armando Vara ou Ângelo Correia.

Documentos oficiais a que o DN teve acesso revelam que Jorge Coelho – que o DN tentou em vão contactar – acumula o seu salário de presidente da Mota-Engil com uma subvenção vitalícia que no momento em que lhe foi originalmente atribuída era de 2400 euros/mês.

Já Manuel Dias Loureiro, gestor de fundos de investimento – e ex-administrador da Sociedade Lusa de Negócios, holding do BPN -, recebe 1700 euros, sendo que, conforme disse ao DN, não tenciona prescindir a não ser que a lei o obrigue. “Nunca pensei nisso”, disse.

In Diário de Notícias online
23/10/2011